Principes Do Apocalipse v.04

April 29, 2019 | Author: Daniel De Brito Sousa | Category: Dwarf (Middle Earth), Drow (Dungeons & Dragons), Sea, Fires, Soil
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Principes Do Apocalipse - Capítulo 1....

Description

Capítulo 1: Elemental

A

ma terrível ameaça se reúne no Norte. Ao longo dessa região dos Reinos Esquecidos, saqueadores selvagens trazem a destruição. Monstros estão a espreita, predando rebanos, tumultuando atrav!s dos campos de coleita, e atacando nativos e via"antes. Nos assentamentos, crescem a disc#rdia e a descon$iança. Estranos desconecidos espreitam nas sombras, sussurrando sobre como tudo est% prestes a mudar. Este ano trou&e uma primavera e&cepcionalmente quente e tempestuosa. 'ropagam(se ist#rias de inundaç)es, vendavais, inc*ndios e tremores. Estes problemas tem uma $onte conecida por poucos no Norte+  Mal Elemental. -ervos desta malevol*ncia se reúnem nas olinas -umber /-umber 0ills1 e espionam o 2ale 3essarin /3essarin  2alle41, atraídos por uma u ma $orça que eles não conseguem e&plicar. 5mergindo em um conecimento perigoso, esses $an%ticos procuram dominar a magia elemental e libertar o seu poder destrutivo em todos os lugares. E eles estão ainda mais al!m de seus planos do que a maioria das pessoas do Norte consegue perceber. 6uatro cultos elementais crescem em poder nas olinas -umber, reivindicando $ortes abandonados que conectam a uma $ortaleza subterr7nea, uma vez parte de um antigo reino anão. 3entro dessas c7maras estão os restos de um templo construído por adoradores dro8 do Mal Elemental. ada um dos quatro cultos venera uma entidade poderosa do ar, terra, $ogo ou %gua+ um 'ríncipe do Mal Elemental. 9al como os seus príncipes, os quatro cultos são rivais, mas todos eles servem a uma $orça misteriosa que eles camam de  Ancestral lo Elemental /Elder Elemental E4e1. :m pro$eta dotado com uma poderosa arma elemental lidera cada culto. Estas armas ; eodo Negro /[email protected] >eode1, as avernas :ivantes /0o8ling averns1, as 9orrentes 5mersas /'lunging 9orrents1, e o olossus Pacrime"ante /=eeping olossus1. Na última etapa da aventura, os personagens en$rentam a di$ícil tare$a de perseguir os dois pro$etas elementais restantes em seus lugares de poder. s seguidores mais poderosos e dedicados de cada um dos quatro cultos guardam estes santu%rios, que são in$undidos com energia elemental e de$ormados em estranas re$le&)es dos 'lanos Elementais. No coração de cada n# elemental, os personagens encontram um grande portal que serve como um canal a partir do seu plano elemental associado. Aqui, os líderes dos cultos restantes permanecem e aqui os personagens en$rentam o poder esmagador dos 'ríncipes do Mal Elemental. A vit#ria pode parecer duvidosa contra tais advers%rios, mas personagens inteligentes e engenosos podem encontrar $ormas de destruir os portais em vez de tentar matar esses terríveis seres. om os portais $ecados, os n#s elementais voltam ao normal, e qualquer cultista sobrevivente dissemina(se aos quatro ventos. -ua $ortaleza ! destruída e seus líderes são mortosQ o Mal Elemental ! derrotado neste mundo por enquanto.

Os Elementais

Cultos

 Mal Elemental perverte os elementos naturais, limitando(os a aspectos de destruição. Esta $orça quer ganar o poder de derrubar tudo ; a moral, as estruturas sociais, os governos, as leis da natureza ; e reduzir a e&ist*ncia para um estado mais elemental, contaminado com o con$lito e a loucura.  Mal Elemental utiliza servos mortais como um meio para esse $im. Estes princípios de #dio assumem duas $ormas principais no mundo. A primeira ! a corrupção.  Mal Elemental tenta o quebrado, o in"ustiçado, e os ímpios como poder de contra(atacar. Ele representa o verme na maçã, a corrupção escondida que cresce mais $orte ao longo do tempo quando a ordem natural decai. ultos secretos brotam, as instituiç)es são

rebai&adas, e as leis $undamentais que regem as estaç)es começam a en$raquecer.  A medida que o Mal Elemental cresce mais $orte, sua corrupção cresce na segunda $orma+ a loucura. s cultistas se a$undam em insanidade, batendo em tudo a sua  volta ou destruindo(os em cataclismos elementais. A ruína reina quando as $orças da natureza tornam(se instrumentos de destruição. :m mundo no qual o Mal Elemental triun$ou e&istiria somente com uma guerra eterna da $úria dos elementos.  Mal Elemental aparece em di$erentes mundos ao longo de muitas eras. Esta $orça sinistra ; o Ancestral lo Elemental ; ! bem escondida em ar ! um omem mal( umorado que $ala pouco, dei&ando suas $eiç)es $alarem por ele. Ele acredita que ele tena sido in"ustiçado pelo mundo e odeia todas as pessoas, e&ceto aquelas destruídas e in$elizes como ele mesmo. >ar tamb!m despreza a $raqueza em outros. >ar nasceu em uma pobre vila de pescadores nas 5las Nelanter /Nelanter 5sles 1. 6uando "ovem, ele perdeu sua $amília em um ataque de sauagin. s dem[nios do mar abateram quase todos que ele conecia. :ma gal! mercante  9et4riana recrutou o "ovem em serviço, e >ar $oi $orçado a uma servidão brutal que era melor do que ser escravizado. -eus serviços $orçados cegaram ao $im quando piratas atacaram o navio mercante. 3urante o combate, >ar $oi derrubado. 3urante dias ele sobreviveu agarrado a destroços do navio, at! que um tubarão arrancou seu braço esquerdo. A morte

parecia iminente, mas uma poderosa corrente levantou(se e a$astou(o para bem longe do $aminto predador. 3entro de uma ora ele $oi lançado nas praias da osta da Espada /-8ord oast 1.

>ar acreditava que a corrente que avia salvado sua vida era um elemental enviado pelo mar. 3aquele dia em diante dedicou(se ao oceano, ensinando a si mesmo seus segredos e aprendendo a magia poderosa da %gua ao longo de anos de peregrinação solit%ria. Ele desprezava todas as outras pessoas, lembrando(se apenas do tratamento severo por parte da tripulação comerciante e da brutalidade dos piratas. Mas com o tempo ele tornou(se ciente de uma camada para um prop#sito mais elevado, impelindo(o a encontrar outros e&emplos de umanos destroçados e ensin%(los sobre o poder do mar.  As vis)es de >ar o levaram as %guas secretas abai&o das olinas -umber /-umber 0ills 1. Ele encontrou um templo em uma caverna escondida, em cu"o altar avia um poderoso tridente m%gico. 'ercebendo seu poder, >ar pegou a arma e começou a camar seu culto para se "untar a ele no 9emplo da nda Esmagadora. 9raços. >ar est% coberto de cracas, 9raços. e ele usa um braço arti$icial em $orma de garra de carangue"o sobre o cepo do seu braço esquerdo. Ele nunca usa duas palavras quando uma basta, e ele acredita que qualquer um se dirigindo a ele com cortesia ou não est% sendo sincero ou zombando sutilmente dele. A principal motivação do pro$eta da %gua ! a retribuiçãoQ o mundo tem sido cruel com ele, e ele tem a intenção de $azer todo mundo so$rer como ele so$reu. Ele dese"a estar perto do oceano novamente e est% angustiado pelo $ato de que a $orça motriz por tr%s de suas vis)es o mantem tão longe do mar.

Leonardo Piauilino

$nimi!os e Aliados s seguidores da nda Esmagadora detestam o ulto da ama Eterna. Eles acam os cultistas do $ogo ostis, mal( umorados e imperdoavelmente imprudentes. s cultistas do Xdio :ivante não são tão ostis, mas eles são igualmente dados a impulsos súbitos e não são con$i%veis. s cultistas da %gua se dão bem com o ulto da 9erra Negra. s cultistas da terra são deliberados e con$i%veis, talvez demasiadamente in$le&íveis para seu pr#prio bem.

Culto da C%ama Eterna s seguidores do culto da ama Eterna veneram o poder destrutivo do $ogo em todas as suas mani$estaç)es. Eles buscam o poder para queimar a UcorrupçãoV da civilização e da natureza com erupç)es vulc7nicas, inc*ndios $lorestais, ondas de calor e secas, criando um terreno devastado de p# e cinzas governados pelo $ogo solit%rio. s cultistas da ama Eterna acreditam que o mundo e todas as pessoas são maus e mal $ormados, e eles consideram que ! um dever sagrado Upuri$icarV tudo a sua volta, reduzindo os seus arredores a cinzas $umegantes.  A ama Eterna recorre queles atraídos pela destruição para o seu pr#prio bem. riaturas do $ogo elemental são mais propensas a assumir esta $iloso$ia imprudenteQ at! mesmo os monstros de $ogo não(inteligentes sentem a lu&úria imprudente para a destruição que espreita nos coraç)es dos cultistas do $ogo e consideram os crentes na ama Eterna como sendo seus aliados. , -inal da ama Eterna.  símbolo do culto do $ogo ! uma reminisc*ncia de um braseiro em $orma de tigela com uma cama ardente. s cultistas do $ogo s vezes identi$icam(se comum sinal simb#lico com as mãos+ com uma mão em puno, polegar para cima, e que coloca a outra mão sobre o puno como cobrisse a tigela, mas permitindo que a cama se mostre. Membros do culto tamb!m podem ser identi$icados por suas cicatrizes de queimaduras.

T"ticas e Filoso#ia s cultistas do $ogo são impetuosos, de temperamentos quentes e violentos. Eles não são selvagens estúpidosQ sua impetuosidade tamb!m abrange

inventividade diab#lica e uma unidade para conceber novas $erramentas para sua causa insana. Eles são mestres do $ogo e da $or"a, levando cativos para trabalar em suas $undiç)es in$ernais. s cultistas do $ogo  veem conquista e escravização dos $racos como medidas necess%rias para trazer o caos que pretendem desencadear sobre o mundo. Em batala, os cultistas do $ogo utilizam investidas súbitas e esmagadoras. Eles se atiram em ataques imprudentes sem considerar suas pr#prias vidas, procurando causar o maior dano possível antes de cair. Eles são destemidos e pre$erem morrer lutando entre uma multidão de inimigos do que recuar um único passo. s seguidores do culto da ama Eterna cercam(se com os maiores inc*ndios que possam criar. -ua t%tica $avorita envolve o uso de magia para abrir $issuras ou aberturas vulc7nicas e canalizar $lu&os de roca derretida. 5nc*ndios culposos e inc*ndios $lorestais deliberados são alternativas aceit%veis. A maioria dos cultistas do $ogo acreditam que algo importante e bonito deve ser incendiado todos os dias ou então, simplesmente, ele não est% $azendo a sua parte.

Pro#eta do Fo!o  Atrav!s de toda ambição e dese"o consumidos para punir todos os que sempre $rustraram seus sonos, a tie$ling  2ani$er ascendeu como líder do culto da ama Eterna. 'or bai&o de seu e&terior re$inado est% uma borda de aço de orgulo desprezado. E debai&o do seu pesado orgulo encontra(se um dese"o para o assassinato e caos. 2ani$er nutre um #dio $eroz a todos os que se "ulgam superiores a ela e ela não mede es$orços para $az*(los v*( la como uma $igura a ser temida e respeitada.  2ani$er nasceu e cresceu na pobreza esmagadora dos bairros mais pobres de alimporto /alimport 1, armada apenas com sua intelig*ncia astuta. Em sua "uventude, ela aprendeu a dançar por moedas e lentamente trabalou seu camino at! partir dos antros de vinos dos distritos dos trabaladores para as c7maras elegantes de nobres da cidade. Ela domina magia menor de $ogo para distinguir(se de outras dançarinas e incorpora as camas na sua rotina. -eus talentos cresceram e logo ela camou a atenção de um pa&% e tornou(se a sua concubina. Mas mesmo que ela apreciasse os presentes que ele derramou sobre ela, 2ani$er odiava o pa&% por v*(la somente como um tro$!u. Ela $icou assim pouco tempo, roubando o pa&% Leonardo Piauilino

de uma pequena $ortuna em "oias e colocando $ogo em seu pal%cio.  2ani$er $ugiu para Tazesspur, mas os agentes de seu e&(mestre logo a encontraram. Ela $ugiu novamente para o 'ortal de Jaldur /JaldurZs >ate 1, tendo a sua resid*ncia no bairro pobre conecido como 'equena alimsan /Pittle alimsan 1. P%, ela abriu uma escola de dança e descobriu que o seu dom para o $ogo atraiu outros tipos de alunos. Ela tornou(se a líder de um culto de adoradores do $ogo. P% ela permaneceu at! poucos meses atr%s, quando sonos e vis)es a levaram a procurar uma masmorra perdida no Norte. No altar de um templo esquecido, ela encontrou a adaga >olpeadora ?gnea /[email protected] 1, imbuída com o poder de 5mi&, o 'ríncipe do Mal do ladam na %rea ACD do templo do ar ou Nerise >ladam na %rea NCI das avernas :ivantes /0o8ling averns 1.

Mapa Estran%o (Stran!e Map)

O Fu!itivo (T%e Fu!itive)  personagem est% no rastro do cruel assassino Jastian 9ermandar. Jastian ! um importante membro do culto do $ogo e pode ser encontrado no 9emplo da ama Eterna.  personagem gana 5nspiração ao alcançar o templo do $ogo e novamente ao derrotar ou matar Jastian.

O#erta de P, (Standin! O##er) Meses atr%s, o personagem serviu como guia para um grupo de peregrinos misteriosos que partiram para reocupar o Mosteiro da 'edra -agrada. A missão do personagem ! se in$iltrar no grupo e descobrir suas intenç)es.  personagem gana 5nspiração ao se unir com sucesso ao culto da terra no mosteiro e novamente ao sobreviver no encontro com [email protected], o lic da %rea MC do mosteiro.

Press"!ios Omens)

Som/rios

(+ar-

:m mapa antigo cegou  posse do personagem, mostrando a localização de uma $ortaleza anã esquecida abai&o das olinas -umber.  personagem gana 5nspiração cada vez que ele ou ela descobrir um dos quatro templos da antiga 94ar( Jezil.

s sinais e press%gios são claros+ a natureza est% $ora de equilíbrio. :m terrível desastre est% se apro&imando a cada dia que passa. 'ara restaurar o equilíbrio da natureza, o personagem deve destruir os quatro n#s elementais.  personagem gana 5nspiração por cada portal que o grupo $ecar.

Mel%or Servido Frio (4est Served Cold)

Procurando (See-in! 6even!e)

 personagem deve encontrar e derrotar >radevento /=indarro8 1, o menestrel que cuida de Aerisi Oalinot. >radevento inicialmente pode ser encontrado na %rea  AG do 9emplo do Xdio :ivante. Muitos membros do culto do ar sabem que ele $ica perto de Aerisi.  personagem gana 5nspiração por alcançar o templo do ar e novamente por derrotar >radevento.

s cultistas do $ogo incendiaram a casa do personagem ou devastou uma vila inde$esa.  personagem "urou par%(los.  personagem gana 5nspiração ao derrotar P4zzie alderos na %rea ED do 9emplo da ama Eterna e novamente ao derrotar  2ani$er.

5in!ana

6e/elde de Penaventania (Feat%er!ale 6e/el)  personagem $oi enviado para recuperar uma nobre de Fguas 'ro$undas. -avra Jelabranta est% guardando o portão da Leonardo Piauilino

$rente da Espiral 'enaventania.  personagem gana 5nspiração ao convenc*( la a abandonar o culto e voltar para casa, bem como ao limpar a torre de cultistas do ar.

marineiros morreram e agora o personagem tem a intenção de se vingar.  personagem gana 5nspiração ao alcançar o templo da %gua e novamente ao derrotar >ar.

6ecuperar Sua Espada (6ecover  7our S*rd)

Facrim"a8 e novamente ao recuperar a espada na %rea CG do 9emplo da nda Esmagadora.

 As $acç)es são como partidos políticos, organizaç)es religiosas, ou sociedades secretas. s "ogadores podem escoler uma cone&ão com uma das cinco $acç)es+ s 0arpistas /te 0arpers1, A rdem da Manopla /te rder o$ te >auntlet1,  Enclave Esmeralda /te Emerald Enclave1,  A Aliança dos Pordes /te PordsZ Alliance1, e os Tentarim. 9odas as cinco $acç)es tem suas pr#prias raz)es para se opor a propagação do Mal Elemental. No entanto, nenum compreende totalmente a gravidade da ameaça no início da aventura.  2oc* pode $azer as cone&)es do personagem com suas $acç)es o mais comple&o que voc* quiser. s 0arpistas e o Enclave Esmeralda operam nas relaç)es pessoais, então os personagens podem ter encontrado seus contatos antes do início da aventura. A Aliança dos Pordes e o Tentarim, por outro lado, tem um elaborado sistema de $rases e sinais secretos que identi$icam seus agentes dos outros.  A primeira vista a Pariço 2ermelo /Red Parc 1 ! um bom momento para estabelecer esses protocolos e dar a cada personagem algum tempo com um contato de uma $acção. /2e"a a seção U5mportantes Pariços 2ermelosV de UPariço 2ermeloV no capítulo D.1. estes contatos não podem prometer aos personagens recursos ou re$orços especí$icos, mas eles são rostos amig%veis que conecem a disposição da terra e podem o$erecer orientaç)es. Eles podem passar mensagens aos seus superioresQ no entanto, qualquer resposta ! lenta em cegar.  W medida que os personagens e&ploram o 2ale 3essarin, eles encontram outros N's $iliados com v%rias $acç)es. As $acç)es tamb!m tornam(se mais úteis a medida que eles começam a reconecer que os cultos são uma $orça perigos e destrutiva.

6es!atar Seu Povo (6escue  7our People) avaleiros do culto do $ogo sequestraram pessoas as quais o personagem se sentia respons%vel por proteg*(las. Elas devem ser resgatadas a qualquer custo. As pessoas sequestradas estão presas na %rea ECC do  9emplo da ama Eterna.  personagem gana 5nspiração ao alcançar o templo e novamente por resgatar os sequestrados em segurança.

Se!redo Peri!oso (+an!erous Secret)  personagem $oi contratado para se in$iltrar nos misteriosos druidas do írculo da Pua Escarlate /ircle o$ te -carlet Moon 1 e descobrir os seus verdadeiros planos.  círculo supostamente conece um ritual de magia desconecido para outros druidas.  personagem gana 5nspiração ao descobrir a verdade por tr%s do Rito do >igante de 2ime /Rite o$ te [email protected] >iant 1 e novamente ao encontrar o portão de $ogo no olossus Pacrime"ante /=eeping olossus 1.

Son%o +ream)

Sinistro

(Ominous

 personagem tem visto o pro$eta da terra, Marlos :rnra4le em sonos e sabe que Marlos ! um vilão perigoso que deve ser parado.  personagem gana 5nspiração ao ter acesso ao templo da terra e novamente ao derrotar Marlos.

Tril%a do 8uil%a9ue/rada (S%atter-eel;s Trail) Meses atr%s, >ar 6uila(quebrada destruiu o navio do personagem con"urando uma poderosa tempestade. 3ezenas de

Os 2arpistas :ma rede espalada de con"uradores e espi)es, os 0arpistas de$endem a igualdade e secretamente se op)em ao abuso de poder, m%gico ou não.  Agentes operam em segredo Leonardo Piauilino

e en$atizam $urtividade e sutileza, ou pelo menos discrição. Jardos e magos são os seus membros mais proeminentes. s 0arpistas operam em pequenas c!lulas de todo o Norte. :ma tem base em  9riboar+ 3aratra -endrel, o Porde 'rotetor, pertence  $acção, e agentes 0arpistas podem encontrar boas(vindas na asa dos Savalis. utra c!lula no pr#spero centro de  ^artar monitora o tr%$ego no 2ale 3essarin e as aç)es e políticas dos Jar)es da Fgua da cidade. s 0arpistas trabalam para manter o equilíbrio de poder entre os v%rios grupos concorrentes para in$luenciar a cidade. Nas olinas -umber, os 0arpistas advertem os via"antes e aventureiros para $icarem atentos a Mansão Rundret /Rundret Manor 1 e a -enora -ombria /[email protected] Pad41   que mora l%. s 0arpistas tamb!m assistem as ruínas dos -al)es do Macado de aça /0alls o$ te 0unting  A&e 1.

 A Ordem da Manopla Essa $acção ! primariamente uma organização militar composta de paladinos, cl!rigos e monges. s membros da ordem são $i!is buscadores e  vigilantes da "ustiça que protegem os outros das depredaç)es dos mal$eitores. Eles e&igem uma retribuição r%pida contra aqueles que violam a lei. No topo de um alto cume nas olinas -umber est% o -alão -ummit /-ummit 0all1, lar dos avaleiros de -amular. Esta vener%vel ordem de paladinos de 94r se es$orçam para promover a "ustiça no Norte selvagem. A rdem da Manopla espera e&pandir sua in$luencia na região, "untando os avaleiros a sua causa.  A oeste das olinas -umber, a ordem tem pouca in$lu*ncia política. Ela espera corrigir essa $raqueza estabelecendo alianças com os líderes locais que partilam os seus ob"etivos, tais como os Jar)es da  Fgua de ^artar. A ordem est% mesmo buscando negociaç)es com organizaç)es dos arredores.

O Enclave Esmeralda Este grupo muito di$undido de sobreviventes da  vastidão preserva a ordem natural enquanto erradica ameaças não(naturais. Muitos dos membros do

Enclave são b%rbaros, druidas e rangers.  Alguns vagam pelas terras indom%veis enquanto outros $azem suas resid*ncias na peri$eria de cidades e aldeias, onde eles a"udam a proteger os via"antes dos perigos da natureza.  maior reduto do enclave na região ! a $azenda $orti$icada e abadia para auntea camada ampos 3ourados />olden$ields 1. Abbot Ellardin [email protected] ! um agente s*nior do Enclave Esmeralda. Na rande Estrada1 para o litoral. 'oucas pessoas se tornam ricas na agricultura, mas os agricultores da região $azem bem para eles providenciando a colaboração clim%tica. /Essa ! uma razão pela qual o clima incomum de ultimamente tem sido uma preocupação1



2istria  A maioria das pessoas que vivem no 2ale 3essarin não tem nenuma ideia de sua longa ist#ria. 2eteranos concordando sabiamente pelas $ogueiras de tavernas locais, s vezes observavam, UEstas terras, elas t*m velos ossos.V. A maioria dos moradores não tem ideia de quão certo eles estão. Enquanto algumas ruínas  verdadeiramente antigas nesta %rea remontam aos dias dos primeiros grandes reinos !l$icos, nenuma destas $iguram na ist#ria desta aventura.  reino mais antigo que se $az presente ! o reino dos anãos do escudo de Jesilmer, que $oi $undado quase seis mil anos atr%s em (GGD 2. -ua e&ist*ncia ! tão longa, atr%s das n!voas da ist#ria que apenas um punado de s%bios não(anão tem sequer ouvido $alar dele. A maioria das pessoas do 2ale 3essarin não conecem Jeselmir a $undo, mas eles estão $amiliarizados com duas de suas obras+ a maravila da engenaria conecida como 'onte de 'edra /-tone Jridge   ; descrito posteriormente neste capítulo1 e as ruínas desmoronadas conecidas como os -al)es do Macado de aça /0alls o$ te 0unting  A&e 1.  reino de Jesilmer era algo raro+ um reino anão construído na super$ície, com a sua $orça medida em campos e pastagens. Ele prosperou por um tempo, mas $oi atormentado por trolls e gigantes. s an)es $oram obrigados a construir uma $ortaleza subterr7nea, conquistando a cidade($ortaleza de 94ar(Jesil um s!culo ap#s a $undação de Jesilmer. 5n$elizmente para os anãos, o reino desmoronou ap#s o seu rei e $undador morrer em batala. A maioria dos an)es sobreviventes procuraram terras mais seguras. A cidade dos an)es abai&o das olinas -umber $oi abandonada em (GC 2 e depois esquecida.  94ar(Jesil dormiu na escuridão por muitos s!culos, ocasionalmente descoberta e ocupada por monstros ou mineiros ambiciosos, apenas para ser abandonada novamente. Ela veio  tona novamente em L 2, quando um grupo de aventureiros camados de avaleiros do i$re de 'rata /Oingts o$ te -ilver 0orn 1 descobriram as ruínas. Ao longo dos pr#&imos seis anos eles voltaram de novo e de novo, eventualmente $undando $ortalezas, para sua pr#pria segurança as entradas eram escondidas ao longo da masmorra. Leonardo Piauilino

 9empo nos Reinos  povo de Reinos Esquecidos /uerra dos 9rolls /9roll8ars 1, e $inalmente uma s!rie de ataques perversos de dro8s.  At! o ano GD 2, os assentamentos umanos do 2ale 3essarin tinam sido praticamente e&terminados e os avaleiros do i$re de 'rata não e&istiam mais. -uas $ortalezas trans$ormadas em ruínas e tornaram(se conecidas nos últimos anos como os uardas dos assentamentos do vale geralmente estão a altura da tare$a de restaurar a paz. -eis meses atr%s, uma nova ameaça começou a crescer na %rea, sem nenuma suspeita dos moradores locais ou qualquer aventureiro de passagem. -onos e vis)es camaram quatro pro$etas elementais, um por um, para o 9emplo do lo /ote"ando estranos para o  2ale 3essarin em um ou dois. Alguns "% eram cultistas do Mal Elemental, ansiosos para construir um lugar onde pudessem praticar abertamente seus ritos vis. utros eram bandidos brutais, curiosos sedentos por poder da magia proibida, ou $an%ticos atraídos pela camada do mal. A principio, os cultistas valorizaram o sigilo acima de tudo, mas com seus números crescendo e eles estabelecendo suas $ortalezas, eles  voltaram sua atenção para e&pandir seu domínio sobre o 2ale 3essarin.  A presença de tantos mal$eitores tem causado uma onda de banditismos, sequestros, assassinatos e ataques. s cultistas tamb!m perturbam o clima da região. 9odas essas ocorr*ncias continuam a agravar(se ao longo da aventura at! os personagens localizarem e derrotarem os quatro cultos elementais no 9emplo do Mal Elemental.

Lario 5ermel%o [email protected] in progress...

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