Manual de escritório Electrónico

September 4, 2017 | Author: Gabriel Chaveca | Category: Internet, Domain Name System, World Wide Web, Technology, Computer Network
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Formador: Gabriel Chaveca

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OBJETIVO GERAL Saber utilizar os sistemas associados ao escritório eletrónico

OBJETIVOS ESPECÍFICOS No final da ação os formandos deverão:  Identificar e utilizar os recursos ao dispor no“Outlook” - Correio electrónico;  Reconhecer os diversos perigos nos ficheiros e empregar os tipos de segurança dos ficheiros mais convenientes;  Identificar e utilizar diversos suportes físicos de informação (discos externos e outros);

METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO Favorecer o processo de aprendizagem devendo, sempre que possível: • Partir do que é conhecido para o desconhecido e do concreto para o mais abstrato. • Considerar os conhecimentos, capacidades e atitudes já adquiridas, por cada participante, com vista ao desenvolvimento de novas ideias, conceitos, relações, processos e realizações. • Diversificar os estímulos propostos aos participantes. • Implicar os participantes, desenvolvendo atividades de forma sistemática, atividades individuais e em grupo. • Comunicar de forma clara, simples, concisa e atrativa, aliando o significado do que é dito com a representação mais usual. • Realçar os processos e as conexões do que é dito, mostrado, experimentado ou vivenciado.

RECURSOS FÍSICOS E PEDAGÓGICOS ENVOLVIDOS Físicos: Sala de formação equipada com mobiliário (mesas e cadeiras) e quadro de cerâmica. Pedagógicos: Videoprojector; Quadro de cerâmica e Computador Portátil.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Escritório electrónico – segurança e partilha “Outlook” - Correio electrónico Segurança dos ficheiros - Cópias de segurança - Anti-vírus - Anti-spyware - Spam Suportes físicos de informação (discos externos e outros)

CARGA HORÁRIA 50 horas

Formador: Gabriel Chaveca

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ÍNDICE BREVE HISTÓRIA DA INTERNET ............................................................................................................... 5 1. Antecedentes .................................................................................................................................. 5 2. Origem da INTERNET ....................................................................................................................... 5 3. Desenvolvimento da ARPANET ....................................................................................................... 7 4. A Internet ........................................................................................................................................ 8 INTERNET – SERVIÇOS E MODO DE FUNCIONAMENTO ......................................................................... 9 1.Os endereços da Internet .............................................................................................................. 12 w

w w . b a h a m a s . c o m .......................................................................................................... 13

SINTAXES DE INTERROGAÇÃO (MOTORES DE PESQUISA) .................................................................... 15 1.Operadores .................................................................................................................................... 15 INTRODUÇÃO AO OUTLOOK EXPRESS .................................................................................................. 18 1.Gerir várias contas de correio electrónico e de newsgroups ........................................................ 18 2.Procurar mensagens rápida e facilmente ...................................................................................... 18 3.Manter o correio electrónico num servidor para ser possível visualizá-lo em mais do que um computador ...................................................................................................................................... 18 4.Utilizar o 'Livro de endereços' para armazenar e obter endereços de correio electrónico .......... 18 5.Adicionar uma assinatura pessoal ou papel de carta às mensagens............................................. 19 6.Enviar e receber mensagens seguras............................................................................................. 19 7.Encontrar newsgroups de interesse .............................................................................................. 19 8.Visualizar conversações de newsgroups com eficácia ................................................................... 19 9.Transferir mensagens de newsgroups para ler offline .................................................................. 19 10.Configuração de uma conta de correio elctrónico do SAPO no Outlook Express ....................... 19 11.Alguns conceitos genéricos de protocolos que se aplicam nos servidores de correio electrónico: .......................................................................................................................................................... 22 12.Configuração de uma conta de correio electrónico do Gmail no Outlook Express .................... 26 13.O que são identidades?................................................................................................................ 35 14.Introdução ao livro de endereços ................................................................................................ 37 ASPECTO DO OUTLOOK EXPRESS .......................................................................................................... 44 1.PASTAS ........................................................................................................................................... 44 2.Contactos ....................................................................................................................................... 45 3.Área de visualização ....................................................................................................................... 45 4.Modificar o aspecto do Outlook Express ....................................................................................... 46 LER, RESPONDER E REENCAMINHAR MENSAGENS .............................................................................. 47 1.Ler mensagens ............................................................................................................................... 47 Formador: Gabriel Chaveca

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2.Abrir anexos ................................................................................................................................... 49 3.Guardar anexos .............................................................................................................................. 51 4.Responder às mensagens .............................................................................................................. 52 5.Reencaminhar mensagens ............................................................................................................. 53 ESCREVER E PERSONALIZAR MENSAGENS ............................................................................................ 55 1.Inserir ficheiros nas mensagens ..................................................................................................... 59 2.Prioridade das mensagens ............................................................................................................. 59 3.Pedir recibo de leitura.................................................................................................................... 60 BIBLIOGRAFIA ........................................................................................................................................ 61

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BREVE HISTÓRIA DA INTERNET 1. Antecedentes No decurso da Segunda Guerra Mundial (WW II), entre 4 e 11 de Fevereiro de 1945, quando as forças armadas russas tinham atingido o rio Oder – fronteira entre a Polónia e a Alemanha - e os exércitos dos USA e de Inglaterra se encontravam perto das margens do rio Reno - fronteira entre a França e Alemanha - os presidentes dos governos dos países Aliados reuniram-se em Yalta na península russa da Crimeia. Nessa reunião Roosevelt, Churchill e Stalin estabeleceram as regras para a divisão do território alemão e do território dos aliados da Alemanha na Europa de Leste. Roosevelt e Churchill aperceberam-se que o poder do exército russo era muito superior ao do poder conjunto dos exércitos dos USA e da Inglaterra, pelo que no final da reunião declararam que o resultado obtido "não tinha sido bom, mas o possível". Considera-se que nessa reunião se iniciou a denominada "Guerra Fria" passando a Rússia de aliado a inimigo. A denominada "Guerra Fria" passou a consubstanciar-se em acções de espionagem em que ambas as partes procuravam atingir um estado de equilíbrio militar que tornasse inviável o ataque de uma à outra.

2. Origem da INTERNET Em 4 de Outubro de 1957 a Rússia lançou para o espaço exterior à Terra o primeiro satélite artificial na história da humanidade. O satélite denominava-se Sputnik, completava uma órbita em volta da Terra em cada 90 minutos - 1H 30 m - e emitia sinais rádio nas frequências de 20 MHZ e 40 MHZ que eram audíveis por qualquer pessoa que utilizasse um rádio receptor. Como reacção a este avanço tecnológico russo o presidente dos USA, Eisenhower, criou, em Outubro de 1957, a ARPA - Advanced Reasearch Project Agency. O objectivo principal da ARPA era o desenvolvimento de programas respeitantes aos satélites e ao espaço.

A criação da NASA - National Aeronautics & Space Administration -, no verão de 1958, parecia retirar à ARPA razão para a sua existência. No entanto, em 1961 a Universidade da Califórnia – UCLA – em Santa Bárbara herdou da Força Aérea um enorme computador IBM; o Q-32. Este facto iria permitir à ARPA orientar a sua investigação para a área da, recem nascida, Informática. Para dirigir e coordenar o Command and Control Research – CCR – foi contratado o psicólogo Joseph

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Licklider que era um especialista em computadores já com reputação internacional. No CCR o trabalho baseava-se na utilização do “batch processing” – processamento de dados por lotes e em tempo diferido. Este processo que satisfazia a maioria das necessidades de cálculo não se adequava à comunicação interactiva com computadores nem à transmissão de dados entre eles. Licklider criou então o IPTO – Information Processing Techniques Office – orientado para a comunicação interactiva e transmissão de dados. Para a comunicação rápida entre as equipas de investigadores era necessária a construção de uma rede - NET - pelo que a investigação, no âmbito da ARPA, foi orientada para a construção de redes de comunicação de dados. Em 1965 Licklider deixou a ARPA, mas a sua orientação foi continuada pelo seu sucessor Robert Taylor, também psicólogo. Dispondo de um orçamento de 19 milhões de US dollar Taylor iniciou o financiamento da primeira rede de computadores. A tarefa não era fácil. Já existiam redes de computadores desenvolvidas pelos fabricantes, mas cada um deles impunha as suas normas e utilizava linguagens de comunicação incompatíveis com as dos restantes. Por outro lado a rede deveria oferecer confiança aos utilizadores, isto é, as mensagens deveriam chegar intactas aos receptores quaisquer que fossem os acidentes encontrados no seu percurso entre o emissor e o receptor. A solução proposta para o problema compreendia por um lado a utilização de redes do tipo distribuído nas quais era possível conectar um receptor e um emissor utilizando vários percursos. Se um nó da rede avariasse a mensagem deveria continuar o seu percurso utilizando outro caminho disponível. Alguns anos antes o norte americano Paul Baran e o inglês Donald Davies tinham imaginado um sistema de comutação por pacotes que resolveria o problema. Uma mensagem nunca circularia completa na rede; seria “cortada” previamente em “bocados” que seriam enviados por caminhos distintos. Cada “bocado”, “encapsulado” num pacote conteria o endereço do emissor, o endereço do receptor, o número de ordem do “bocado” e, evidentemente, o conteúdo do “bocado”. Deste modo o computador receptor poderia reconstituir, localmente, para o receptor a mensagem original. Para aliviar o trabalho dos computadores – emissor e receptor -, denominado “host” foi decidido construir computadores intermediários que processassem o trabalho de “routing”. Cada computador seria assim conectado à rede através de um computador intermediário denominado IMP – Interface Message Processor-. Para que todos os computadores pudessem comunicar era necessário criar um protocolo de comunicações que regulasse o intercâmbio de mensagens. Os primeiros protocolos construídos foram o Telnet – ligação interactiva de um terminal com um computador remoto – e o FTP – File Transfer Protocol; transferência de ficheiros entre dois computadores -. As denominações originais dos protocolos eram DEL (Decode – Encode - Language; linguagem de codficação-descodificação) e NIL (Network Interchange Language; linguagem de intercâmbio na rede). A primeira rede de computadores foi construída entre a Universidade da Califórnia – Los Angeles -, SRI - Stanford Research Institute -, Universidade de Utah e Universidade da Califórnia – Santa Bárbara -. No dia 1 de Dezembro de 1969 “nascia” a ARPANET. Os estudantes destas q u a t r o Universidades criaram um grupo de trabalho que autodenominaram Network Working Group – NWG -. Entre esses estudantes existia um tal Vinton Cerf que, mais

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tarde, seria considerado o “pai” oficial da Internet. O protocolo de comunicações instalado nos “host” era insuficiente para gerir este novo tipo de comunicações. O NWG desenvolveu um Network Control Protocol – NCP – que podia ser instalado em cada um dos diversos “host” que estabelecia as conexões, as interropia, as comutava e controlava o fluxo das mensagens. A primeira rede passou a ter a sua linguagem própria independente do “hardware” que a suportava.

A ARPANET utilizava a rede telefónica normal através do sistema de aluguer de circuitos. Os iniciais quatro nós da rede foram ampliados para trinta em Agosto de 1972. Considera-se esta data como o marco para início da actividade da primeira comunidade virtual. Paralelamente foram construídas outras redes nos USA, em Inglaterra e, nomeadamente, em França onde no âmbito do projecto Cyclades, concebido por Louis Pouzin, foi construída a TRANSPAC – um nó desta rede foi instalado em Portugal, na cidade de Lisboa.

3. Desenvolvimento da ARPANET No início a actividade principal que se desenvolvia na comunidade virtual da ARPANET era, o actualmente, banal correio electrónico – e-mail -. As discussões “on-line” (actualmente denominadas “forums”) e milhares de mensagens pessoais circulavam entre os membros da comunidade acelerando o desenvolvimento de programas utilitários que simplificavam a utilização deste instrumento nunca antes utilizado. A importância da ARPANET era tal que, em 1972, foi rebaptizada DARPANET em que o D significava Defense e lembrava que a rede dependia do Pentágono o qual financiava os investimentos para a ligação entre computadores geograficamente afastados de modo a ser permitido o seu acesso remoto e a partilha de fontes de dados. Formador: Gabriel Chaveca

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Surge então a idéia da criação de uma “International Network” – rede internacional – e de uma “Interconnected Networks” – conexão de redes regionais e nacionais nos USA que não comunicavam entre elas. Estas expressões apadrinharam a futura denominação “Internet”. Entre 1973 e 1978 uma equipa de investigadores coordenada por Vinton Cerf no SRI (Stanford) e Robert Kahn na DARPA desenvolveram um protocolo que assegurava a interoperacionalidade e interconexão de redes diversas de computadores. Este protocolo denominou-se TCP/IP (Transmission Control Protocol e Internet Protocol) que substituiu totalmente o NCP em 1983. Entretanto o controlo da ARPANET foi transferido, em 1 de Julho de 1975, para a US Defense Communications Agency conhecida pela sigla DISA (Defense Information Sistems Agency). A operacionalidade e controlo da ARPANET eram então totalmente executados pela Secretaria de Estado da Defesa dos USA. A DARPA financiou também projectos que permitissem a utilização da técnica de comutação de pacotes para navios em navegação e unidades móveis terrestres que dispuzessem de meios rádio. Este financiamento deu origem à construção da rede local Ethernet que para além da utilização do rádio também suportava a transmissão por cabos coaxiais. No princípio do ano de 1980 a ARPANET foi dividida em duas redes. A MILNET que servia as necessidades militares e a ARPANET que suportava a investigação. O Departamento de Defesa coordenava, controlava e financiava o desenvolvimento em ambas as redes. A NSF – National Science Foundation –, criada em 1975, não via com bons olhos o domínio dos militares sobre as redes de comunicação de dados e decidiu construir a sua própria rede denomindada CSNET - Computer Science Network – com o objectivo de conectar todos os laboratórios de Informática dos USA. Entre 1975 e 1985 foram criadas várias redes de comunicação de dados utilizando fontes de financiamento diferentes, p. ex. UUCP, USENET, BITNET, ... . Em Julho de 1977, Vinton Cerf e Robert Kahn realizaram uma demonstração do protocolo TCP/IP utilizando três redes ARPANET – RPNET – STATNET. Considera-se que foi nessa demonstração que nasceu a Internet.

4. A Internet Em 1990, o Departamento de Defesa dos USA desmantelou a ARPANET a qual foi substituída pela rede da NSF, rebaptizada NSFNET que se popularizou, em todo o mundo, com a denominação Internet. Para expansão da utilização da Internet foi decisiva a criação da www – World Wide Web – criada por dois engenheiros do CERN – Centre Eoropéen por la Recherche Nucléaire – Robert Caillaiu e Tim Berners-Lee, do HTML – HyperText Markup Language - e dos Browsers. O primeiro browser utilizado foi o LYNX que apenas permitia a transferência de textos. O MOSAIC, concebido na Universidade de Illinois – USA - já permitia a transferência de textos e imagens. Do MOSAIC derivaram os populares Nescape e Internet Explorer. A Internet transforma-se num sistema mundial público, de redes de computadores - numa rede de redes -, ao qual qualquer pessoa ou computador, previamente autorizado, pode conectar-se. Obtida a conexão o sistema permite a transferência de informação entre computadores. A

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infraestrutura utilizada pela Internet é a rede mundial de telecomunicações. Nos meados da década de 1980 a “Internet” começa a ser utilizada em Portugal nas Universidades e em algumas empresas. As primeiras utilizações eram realizadas com terminais conectados por via telefónica a Universidades Europeias e a Universidades nos USA e restringiam-se, na maioria dos casos, a consultas documentais e e-mail. A difusão da “Internet” em Portugal é realizada pelas Universidades, suportada na existência de um grupo denominado PUUG – Portuguese Unix Users Group – e, a partir de 1986 na recem criada FCCN – Fundação de Cáculo Científico Nacional -. A partir de 1991 o uso da Internet generaliza-se em todas as Universidades Portuguesas através da criação da RCCN – Rede da Comunidade Científica Nacional -. A criação de ISP – Internet Service Provider – em Portugal a partir de 1994 popularizou o uso da Internet. Os orgãos de comunicação social passaram, em 1995, a difundir a existência e utilidade da Internet. Esta difusão provocou uma explosão da utilização da Internet em Portugal. Os jornais mais populares editavam cadernos dedicados ao “assunto” Internet. Actualmente existem vários ISP que oferecem acessos gratuitos à Internet, ao contrário do que se verifica no início quando apenas existia um.

INTERNET – SERVIÇOS E MODO DE FUNCIONAMENTO A Internet oferece um conjunto diversificado de serviços telemáticos, dos quais destacamos os principais:  World Wide Web  Correio electrónico (e-mail)  Transferência de ficheiros (ftp)  Fóruns de discusão (newsgroups)  Conversação em directo (IRC)  Emulação de Terminal (Telnet)  Serviços de Pesquisa  Videoconferência A Internet é o conjunto de todos estes serviços, no entanto, de alguns anos para cá um dos serviços tem crescido bastante ao ponto de se confundir com a própria Internet. O serviço em causa é a World Wide Web, geralmente referenciada como «a Web». A Web, um sistema de páginas de hipertexto e multimédia à escala mundial, começou a expandirse em 1994 com o aparecimento e divulgação dos web browsers gráficos. Com a distribuição praticamente gratuita de software de navegação na Web (os mais conhecidos e utilizados são o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator), a Internet tornou-se um novo meio de

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comunicação de âmbito mundial e acessível a qualquer pessoa. A World Wide Web (WWW) é constituída por um enorme número de páginas que se encontram espalhadas por milhares de servidores por toda a Internet. Nestas páginas podemos encontrar uma variedade imensa de locais e temas. Para se entender a imensidade e variedade da Web, pode-se dizer que se não encontra o que pesquisa na Web, então dificilmente encontrará noutro local. Na verdade, a WWW tornou-se a forma mais fácil, económica e imediata de divulgação de informação, que pode ser extremamente importante ou banal e/ou sem interesse. Um dos encantos da Web tem a ver com a forma como a informação é disponibilizada, recorrendo não só a texto e imagem como também a som, animações, filmes e programas que interagem com o utilizador. Estas páginas podem conter referências para outras páginas, hiperligações, que permitem ao utilizador saltar de uma página para outra, mesmo que estas páginas estejam localizadas em pontos físicos completamente diferentes do planeta. As hiperligações destacam-se do restante texto pela sua cor ou pelo sublinhado. Para além do texto, podemos associar links a outros objectos, nomeadamente imagens. Ao deslocar o cursor do rato sobre um link (seja texto, imagens ou outro objecto), este tomará a forma de uma mão enquanto que no canto inferior esquerdo do seu browser surgirá o endereço destino. Quando trabalha com o seu browser parece que está a viajar à volta do mundo a visitar páginas. De facto, não está a deslocar-se para as diferentes páginas, elas é que vêm ter consigo. O seu browser garante que as páginas que quer visualizar sejam enviadas para o seu computador onde são visionadas no seu monitor.

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É de referir que uma página web (web page) é o que se visiona num determinado instante no browser. Um website é uma colecção de páginas interligadas entre si pertencentes todas à mesma empresa, organização ou indivíduo. Um website tem sempre uma página de entrada apresentando o site e funcionando como um ponto de partida para navegar nas páginas do site. Este tipo de página é geralmente chamada de home page. Home Page também pode ser usado noutro sentido, significando a 1ª página que um browser mostra quando inicia. No entanto esta página é frequentemente e correctamente chamada de start page. Quando um web browser mostra uma página significa que ele se ligou ao servidor web que tinha essa página guardada. Um servidor web é um computador com ligação permanente à Internet, que tem instalado um programa que administra os acessos às páginas que tem guardadas, as quais são compostas por vários ficheiros. O browser pede ao servidor uma página e se o servidor tiver essa página, ser-lhe-á enviada para o browser. Em termos técnicos, o browser faz o descarregamento da página. Os elementos que a compõem (texto, imagens, sons, etc) chegam quando o browser as mostra. Assim que tudo for mostrado, a ligação ao servidor é desligada. Se o utilizador quiser ver outra página no mesmo servidor, o browser volta a ligar-se. Vários utilizadores podem, simultaneamente, aceder à mesma

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página sem problemas.

1.Os endereços da Internet Para poder ver uma página, tem de a encontrar entre milhões de páginas que constituem a Internet. Por esta razão temos aquilo que se chama Uniform Resource Locator, URL, que define de forma única a localização de uma determinada página. Portanto,

um

URL

é

um

endereço.

Aqui

temos

o

exemplo

de

um

endereço:

http://www.clix.pt Cada página tem um endereço Internet único, o chamado endereço IP, que quando são representados numericamente, têm formatos como os dos seguintes exemplos: 123.106.15.202 192.75.127.212 Como pode verificar, temos 4 números separados por pontos. Cada número pode variar entre 0 e 255 (o intervalo em que pode variar um número de 8 bit, 28). Como os endereços numéricos não são fáceis de decorar por parte dos utilizadores, foi criado, em paralelo, um sistema de endereçamento por nomes, o DNS ou Domain Name System. Os DNS são programas que gerem bases de dados de endereços IP, funcionando como os serviços de informação telefónicos. A partir do nome do endereço, o servidor DNS informa qual o endereço IP antes de estabelecer a ligação. Se o servidor DNS não conhecer o nome pretendido então redirecciona o pedido para outro servidor até que este seja encontrado. Os domínios têm a ver com a organização das redes ou sub-redes da Internet. Assim, as últimas letras de um endereço designam um domínio de topo, que pode ser um país ou um certo tipo de entidade. Este sistema é extremamente importante, ao contrário dos computadores, o ser humano lida mais facilmente com as palavras do que com os números. Por isso, para nós é mais fácil memorizar um endereço web tal como conhecemos do que memorizar um endereço IP. Os endereços por nomes têm um formato do género dos seguintes:

www.expresso.pt

www.escapadinha.com.pt

homepages.sapo.pt www.meteo.pt www.guiafarmacias.com.pt

www.astalavista.box.sk

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Repare que o http não aparece nestes endereços. O http, hipertext transfer protocol, é um protocolo que permite utilizar as facilidades relacionadas com o hipertexto e com as hiperligações. Nos browsers actuais não é necessário escrever este protocolo, pois este é assumido por defeito, ao contrário do que acontecia com os browsers mais antigos. Os endereços são lidos da esquerda para a direita. A 1ª parte do endereço é o nome desse computador. Como muitos computadores na Internet fazem parte da World Wide Web, é muito usual que estes se chamem www, podendo, no entanto, ter outros nomes, como se demonstra nos exemplos anteriores.

w w w . b a h a m a s . c o m Tipo de serviço

Subdomínio

Domínio principal ou de topo

Eis alguns exemplos de domínios de topo: .pt – Portugal .de – Alemanha

.uk – Reino Unido

.es – Espanha

.fr – França

.nl – Holanda

.ru – Rússia

.br – Brasil

.ca – Canadá

.it – Itália .jp – Japão .me – México Deve imaginar que o código dos Estados Unidos será .us. Em alguns casos é, mas geralmente outro sistema é usado nos EUA. Visto que a Internet foi inventada pelos americanos, estes acham que não precisam de código de país, optando por utilizar um código de 3 letras que evidencia qual o tipo de organização ao qual o computador pertence. .com – empresas .org – organizações sem fins lucrativos .edu – instituições de ensino

.net – organizações envolvidas na manutenção da Internet

.gov – governo americano .mil – exército americano

.int – organizações internacionais

No entanto, com o crescimento espectacular que a Internet tem conhecido nos últimos anos, o número de endereços disponíveis para todas as organizações que estão interessadas em assegurar a sua presença na Internet tem vindo a diminuir drasticamente. Para fazer face às crescentes solicitações o organismo que superintende a Internet, o ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), seleccionou em Novembro de 2000 novos domínios de topo que se encontram em fase de impementação.

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É de referir também que estes são os domínios de topo introduzidos na Internet desde 1988. .aero – indústria aérea .biz – negócios, empresas .coop – cooperativas (National Cooperative

.info – uso geral sem restrições

Business Association

.name – para utilizadores individuais

.museum – museus e organizações afins

.pro – profissionais liberais

A FCCN, entidade que supervisiona a atribuição dos endereços em Portugal, para fazer face à progressiva utilização da Internet assim como para facilitar a acomodação dos diferentes tipos de entidades e sectores de actividade no domínio .PT decidiu criar novos classificadores. Assim, a partir de 5 de Fevereiro de 2001, a FCCN passou a gerir os seguintes classificadores oficiais de .PT: .net.pt, .gov.pt, .org.pt, .edu.pt, .int.pt, .publ.pt, .com.pt e nome.pt. Para uma organização ou pessoa poder registar um domínio nem destes classificadores deverá possuir as seguintes características: .pt – pessoas colectivas, empresários em nome individual, profissionais liberais, entidades públicas com autonomia administrativa e quaisquer pessoas/entidades, desde que titulares de pedido/registo de marca; .net.pt – limitado a prestadores de serviços de telecomunicações, devidamente registados no Instituto das Comunicações de Portugal; .gov.pt – limitado a entidades que integrem a estrutura do Governo da República Portuguesa; .org.pt – limitado a organizações sem fins lucrativos .edu.pt – limitado a estabelecimentos de ensino públicos e titulares de estabelecimentos de ensino privados ou cooperativos; .int.pt – limitado a organizações internacionais e representações diplomáticas devidamente registadas no Registo Nacional de Pessoas Colectivas; .publ.pt – não há limitações quanto aos requerentes, desde que sejam titulares de uma publicação periódica; .com.pt – não há limitações quanto aos requerentes; .nome.pt – limitado a pessoas singulares portadoras de bilhete de identidade emitido pelo Arquivo de Identificação português, bem como a todos os residentes em Portugal, portadores de título de residência válido.

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SINTAXES DE INTERROGAÇÃO (MOTORES DE PESQUISA) 1.Operadores

Operadores não boleanos

Operador

+: resposta deve conter necessariamente este termo

Para que uma palavra nunca deva constar no resultado de uma página, sendo esta considerada uma resposta válida, procede-se a palavra em questão do sinal + não inserindo nenhum espaço entre o sinal e a palavra (ex: +fotossíntese) Operador - : resposta deve necessariamente não conter este termo Para que uma palavra nunca deva constar no resultado de uma página, sendo esta considerada uma resposta válida, procede-se a palavra em questão do sinal – não inserindo nenhum espaço entre o sinal e a palavra (ex: -fotossíntese) Caracteres universais para encontrar variantes de palavras Se pretendermos encontrar páginas que possuam um conjunto de variantes de uma dada palavra (ex: automático, automatismo, automóvel, automobilismo etc.) usamos a seguinte sintaxe: autom* - significa isto que estamos interessados em todas as palavras começadas por «autom». Se no entanto utilizarmos a sintaxe: *fazer – significa que pesquisamos todas as palavras terminadas em «fazer» (ex: perfazer, desfazer, satisfazer etc). Se, entretanto, utilizarmos a sintaxe: des*mente – significa que pesquisamos todas as palavras começadas por «des» e terminadas em «mente» (ex: desfavoravelmente, desmesuradamente). Aspas para procurar expressões Se o termo pelo qual pretendemos efectuar a pesquisa for composto por mais de uma Formador: Gabriel Chaveca

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palavra, poderemos referenciá-lo no motor de pesquisa delimitando-o entre aspas; consideremos a seguinte sintaxe: “Eça de Queirós”

Operadores booleanos

Os operadores booleanos servem para formular condições lógicas. Incluem os operadores AND, OR, e NOT. O operador OR é particularmente adequado para pesquisar sinónimos. Exemplos: “Poesia lírica” AND Camões Pesquisa e obtenção de todas as páginas que contenham simultaneamente a frase exacta «Poesia lírica» e a palavra «Camões»

Ambiente OR fotossíntese OR “anaeróbica” Efectua o pedido de páginas que contenham pelo menos uma das seguintes palavras: Ambiente, fotossíntese ou anaeróbica

Fotossíntese and –ambiente Pedido de páginas que contenham a palavra «fotossíntese» e não contenham «ambiente»

a palavra

O Operador AND é equivalente ao operador + O Operador NOT é equivalente ao operador –

NOTA: Os operadores lógicos têm a vantagem de poderem ser integrados em expressões com

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parênteses com o objectivo de definir o agrupamento e prioridade das sequências de caracteres). Exemplo: ambiente and (anaeróbica OR fotossíntese)

Utilizar filtros para ajustar a pesquisa As páginas HTML podem ter várias características, como a língua em que são redigidas, e é possível formular interrogações que requeiram que as páginas de resposta apresentem necessariamente determinados valores de uma ou mais dessas características, com exclusão de todas as suas outras variantes, graças aos filtros. São exemplo de filtros o título da página (title), o URL (url), o domínio (domain), o computador que alberga um sítio Internet (host), uma parte do URL (site), o URL das páginas que recomendam uma dada página (link) e imagens (image). Nem todos estes filtros funcionam em todos os motores. Alguns, porém, funcionam, apesar de esse facto não estar documentado na Ajuda (Help). Exemplos: title:Penso, logo encontro (encontrar páginas com o título Penso, logo encontro)

Camões site:.pt (todas as páginas portuguesas _ domínio .pt _ que contêm a palavra "Camões") image:imagem.gif (encontrar páginas com uma imagem intitulada imagem.gif) link:http://www.dmoz.org (encontrar páginas que têm uma ligação que aponta para a página do Open Directory, cujo URL é http://www.dmoz.org) Utilize a pesquisa avançada do Motor de Pesquisa

e preencha convenientemente o formulário seguinte de forma a contemplar os pedidos que se seguem:

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INTRODUÇÃO AO OUTLOOK EXPRESS O Microsoft Outlook Express traz o mundo da comunicação online para o seu ambiente de trabalho. Quer pretenda trocar correio electrónico com colegas e amigos quer pretenda juntar-se a newsgroups para trocar ideias e informações, as ferramentas de que necessita estão aqui.

1.Gerir várias contas de correio electrónico e de newsgroups Se tiver várias contas de correio electrónico ou de newsgroups, pode trabalhar com todas elas numa só janela. Também pode criar vários utilizadores, ou identidades, para o mesmo computador. Cada identidade terá pastas de correio electrónico exclusivas e um Livro de Endereços individual. A utilização de várias identidades facilita a separação do correio electrónico profissional do correio electrónico pessoal, bem como a separação do correio electrónico de cada utilizador.

2.Procurar mensagens rápida e facilmente Utilizando a lista de mensagens e o painel de pré-visualização, é possível visualizar uma lista de mensagens e ler mensagens individuais ao mesmo tempo. A lista Pastas contém pastas de correio electrónico, servidores de newsgroups e newsgroups, e é possível alternar facilmente entre eles. Também pode criar novas pastas para organizar e ordenar mensagens e, em seguida, configurar regras da mensagem, para que o correio electrónico recebido que se enquadre nos seus critérios seja encaminhado para uma pasta específica. É possível ainda criar vistas próprias para personalizar o modo como visualiza o correio electrónico.

3.Manter o correio electrónico num servidor para ser possível visualizá-lo em mais do que um computador Se o fornecedor do serviço Internet (ISP) utilizar um servidor de correio electrónico IMAP (Internet message access protocol) para correio electrónico recebido, pode ler, armazenar e organizar as mensagens em pastas no servidor, sem as transferir para o computador. Dessa forma, poderá visualizar mensagens a partir de qualquer computador que se possa ligar a esse servidor.

4.Utilizar o 'Livro de endereços' para armazenar e obter endereços de correio electrónico Pode guardar automaticamente nomes e endereços no Livro de endereços, bastando para tal responder a uma mensagem. Também pode importar nomes e endereços de outros programas, escrevê-los no Livro de endereços, adicioná-los a partir de mensagens de correio electrónico recebido ou adicioná-los a partir de uma procura de serviços populares de directório da Internet (páginas brancas). O Livro de endereços suporta o Protocolo simples de acesso a directórios

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(LDAP, Lightweight Directory Access Protocol) para visualizar serviços de directório da Internet.

5.Adicionar uma assinatura pessoal ou papel de carta às mensagens Pede inserir informações essenciais como parte da assinatura pessoal em mensagens a enviar e pode criar várias assinaturas para utilizar para diferentes fins. Também pode incluir um cartão de visita com informações mais detalhadas. Para tornar as mensagens mais atractivas, pode adicionar padrões de papel de carta e fundos e pode alterar a cor e o estilo do texto.

6.Enviar e receber mensagens seguras Pode assinar digitalmente e encriptar mensagens utilizando IDs digitais. Assinar digitalmente a mensagem garante aos destinatários que a mensagem é mesmo sua. A encriptação garante que apenas os destinatários pretendidos possam ler a mensagem.

7.Encontrar newsgroups de interesse Procura um newsgroup que corresponda aos seus interesses? Pode procurar newsgroups que contenham palavras-chave ou procurar todos os newsgroups disponíveis no fornecedor de newsgroups de Internet (Usenet). Quando encontrar um newsgroup que pretenda visualizar com regularidade, adicione-o à lista Subscrito para poder reencontrá-lo com facilidade.

8.Visualizar conversações de newsgroups com eficácia Pode visualizar uma mensagem de newsgroup e todas as respostas sem ter de ler toda a lista de mensagens. Ao ver a lista de mensagens, pode expandir e fechar conversações para facilitar a localização do que lhe interessa. Também pode utilizar vistas para visualizar apenas as mensagens que pretende ler.

9.Transferir mensagens de newsgroups para ler offline Para utilizar o tempo despendido online com maior eficácia, pode transferir mensagens ou newsgroups completos, pelo que não terá de estar ligado ao ISP para ler mensagens. Também pode transferir apenas cabeçalhos de mensagens para visualizar offline e, em seguida, marcar os cabeçalhos das mensagens que pretende ler; quando se voltar a ligar, o Outlook Express transfere o texto da mensagem. Também pode compor mensagens offline e enviá-las quando se voltar a ligar.

10.Configuração de uma conta de correio elctrónico do SAPO no Outlook Express 1. Configuração da conta de correio electrónico [email protected] no Outlook Express

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a. Iniciar – Todos os programas – Outlook Express b. Execute na barra de menu do Outlook Express

c. Na janela de diálogo «Contas de Internet» clique no botão de comando «Adicionar»

d. Seleccione a opção «Correio»

e. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet», dentro do campo «Nome» escreva o seu remetente de correio electrónico que vai ser apresentado nos destinatários sempre que enviar correio:

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f. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet» escreva agora no campo «Endereço de correio electrónico» o seu endereço de email anteriormente criado num formulário próprio.

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g. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet» que se apresenta seguidamente preenche-a de acordo com a figura apresentada:

11.Alguns conceitos genéricos de protocolos que se aplicam nos servidores de correio electrónico: POP (definido para o correio a receber) O Post Office Protocol é um protocolo que trabalha no ciclo das mensagens eletrônicas. Serve para que os usuários possam facilmente acessar suas caixas de mensagens em um servidor.

Protocolo Protocolos são conjuntos de instruções e diretrizes que definem o modo pelo qual diferentes sistemas se comunicam. Seu navegador web e o servidor web precisam entender um ao outro, por isso os dois se utilizam do HTTP para interpretar as informações que recebem e formular as mensagens que irão mandar.

SMTP (definido para o correio a enviar) O Simple Mail Transfer Protocol é um protocolo que faz parte do ciclo das mensagens eletrônicas.

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h. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet» que se apresenta seguidamente preenche-a de acordo com a figura apresentada:

i.

De seguida receberá uma mensagem de «Parabéns» referente ao processo de configuração da sua conta de email no Outlook Express. Para finalizar o processo clique no botão de comando «Concluir»

j.

Finalmente poderá verificar na janela de diálogo «Contas da Internet» no separador

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«Correio» a existencia da conta «pop.sapo.pt» que contem todas as configurações anteriormente definidas. Clique no botão de comando «Fechar» para regressar ao aplicativo.

2. Vamos agora fazer algumas personalizações na configuração do Outlook Express referentes ao sincronismo de email Servidor-Cliente. Deste modo execute o método de procedimento seguinte: a. Na barra de menu execute: Ferramentas – Contas

b. Na janela de diálogo «Contas da Internet» apresentada seleccione a conta de correio electrónico pretendida e clique no botão de comando «Propriedades»

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c. Na janela de diálogo «Propriedades de pop.sapo.pt» clique no separador «Avançadas»

d. Na linha divisora «Entrega» assinale as caixas de verificação como ilustra a figura

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seguinte. Estas opções executam a possibilidade de poder consultar as mesmas mensagens em computadores diferentes, mantendo-as sempre no servidor até que as elimine da reciclagem do gestor de correio electrónico.

e. Clique no botão de comando «OK» para finalizar a operação de configuração e fechar a janela de diálogo.

12.Configuração de uma conta de correio electrónico do Gmail no Outlook Express 3. Configuração da conta de correio electrónico [email protected] no Outlook Express a. Iniciar – Todos os programas – Outlook Express b. Execute na barra de menu do Outlook Express

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c. Na janela de diálogo «Contas de Internet» clique no botão de comando «Adicionar»

d. Seleccione a opção «Correio»

e. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet», dentro do campo «Nome» escreva o seu remetente de correio electrónico que vai ser apresentado nos destinatários sempre que enviar correio:

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f. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet» escreva agora no campo «Endereço de correio electrónico» o seu endereço de email anteriormente criado num formulário próprio.

g. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet» que se apresenta seguidamente preenche-a de acordo com a figura apresentada:

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h. Na janela de diálogo «Assistente de Ligação à Internet» que se apresenta seguidamente preenche-a de acordo com a figura apresentada:

i.

De seguida receberá uma mensagem de «Parabéns» referente ao processo de configuração da sua conta de email no Outlook Express. Para finalizar o processo clique no botão de comando «Concluir»

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j.

Finalmente poderá verificar na janela de diálogo «Contas da Internet» no separador «Correio» a existencia da conta «pop.sapo.pt» que contem todas as configurações anteriormente definidas. Clique no botão de comando «Fechar» para regressar ao aplicativo.

4. Vamos agora fazer algumas personalizações na configuração do Outlook Express referentes ao sincronismo de email Servidor-Cliente e definições dos números de porta POP e SMTP com ligações SSL da conta de correio electrónico «[email protected]». Deste modo execute o método de procedimento seguinte:

a.

Digite na barra de endereço do Internet Explorer www.gmail.com

b.

Efectue o seu login para a caixa de correio electrónico respectiva digitando o username, password e clicando no botão de comando «Sign in»

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c.

Seleccione a opção «Configurações» como ilustra a figura seguinte:

d.

No menu «Configurações» seleccione o separador «Encaminhamento e POP» e preencha o formulário de acordo com o apresentado:

e.

Seguidamente clique sobre o botão de comando «Salvar Alterações»

f.

Finalmente clique na opção «Sair» da barra de menu do Google para fechar a sua sessão referente à sua conta de correio (Webmail).

g.

Na barra de menu execute Ferramentas – Contas

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h.

Na janela de diálogo «Contas da Internet» apresentada seleccione a conta de correio electrónico pretendida e clique no botão de comando «Propriedades»

i.

Na janela de diálogo «Propriedades de pop.gmail.com» clique no separador «Servidores».  Na linha divisora «Servidor de correio a enviar» seleccione a caixa de verificação «O meu servidor requer autenticação»  Clique sobre o botão de comando «Definições» e preencha a caixa de diálogo «Servidor de correio a enviar» como ilustra a figura

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j.

Na janela de diálogo «Propriedades de pop.gmail.com» clique no separador «Avançadas»

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k. Na linha divisora «Números da porta do servidor» atribua os números apresentados para as portas específicas de correio a enviar e a receber requerendo ligações seguras SSL. (fig. 1)

l.

Na linha divisora «Entrega» assinale as caixas de verificação como ilustra a figura seguinte. Estas opções executam a possibilidade de poder consultar as mesmas mensagens em computadores diferentes, mantendo-as sempre no servidor até que as elimine da reciclagem do gestor de correio electrónico. (fig. 1)

Conceitos: Secure Sockets Layer (SSL) e seu sucessor Transport Layer Security (TLS) são protocolos criptográficos que provêem comunicação segura na Internet para serviços como email (SMTP), navegação por páginas (HTTP) e outros tipos de transferência de dados. Há algumas pequenas diferenças entre o SSL 3.0 e o TLS 1.0, mas o protocolo permanece substancialmente o mesmo. O termo "SSL" usado aqui aplica-se a ambos os protocolos, excepto se disposto em contrário.

m. Clique no botão de comando «OK» para finalizar a operação de configuração e fechar a janela de diálogo.

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13.O que são identidades? Através da criação de identidades várias pessoas podem utilizar o Outlook Express e o livro de endereços no mesmo computador. Por exemplo, pode partilhar o computador com outro membro da família. Se cada um criar uma identidade, poderão visualizar o respectivo correio e contactos quando a sessão é iniciada com a respectiva identidade. Depois de criar a identidade, poderá organizar os contactos conforme desejar criando subpastas. Normalmente, são criadas identidades quando é utilizado o Outlook Express (ou outras aplicações que usem identidades). Apenas pode criar identidades a partir do livro de endereços quando este é aberto a partir do menu Iniciar e não do Outlook Express. Para abrir o livro de endereços a partir do menu Iniciar, clique em Iniciar, aponte para Todos os programas, aponte para Acessórios e, em seguida, clique em Livro de endereços. 1. Crie uma nova identidade denominada «Gest-sapo»

a. Escreva o nome para a sua nova identidade «Gest-sapo» e seleccione a caixa de verificação «Pedir palavra passe»

b. Digite a palavra-passe para a identidade respectiva Formador: Gabriel Chaveca

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c. Confirme «OK» para a nova identidade e crie uma nova conta de e-mail d. Efectue os procedimentos do exercício anterior para criar nesta identidade a sua nova conta de e-mail do SAPO

2. Crie agora, utilizando o mesmo método de procedimento, uma nova identidade denominada «Gest-gmail» configurando nesta identidade a sua nova conta de e-mail utilizando o método de procedimento do exercício anterior Nota: Para alternar entre as diferentes entidades criadas anteriormente efectue o seguinte modo de procedimento:

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14.Introdução ao livro de endereços O livro de endereços proporciona um local conveniente para armazenar informações de contacto de fácil obtenção pelos programas, tal como o Microsoft Outlook Express. Também permite acesso a serviços de directório da Internet, que pode utilizar para procurar pessoas e empresas na Internet. As seguintes funções ajudam a organizar todas as informações de contacto da melhor forma para serem utilizadas. 3. Vamos criar agora o livro de endereços na entidade «Gest-gmail». Deste modo efectue o seguinte modo de procedimento: Ferramentas – Livro de endereços ou clicando na ferramenta

Este é o ambiente do livro de endereços referente à identidade «Gest-sapo» onde se encontra configurada a conta de e-mail do SAPO.

4. Crie agora todos os endereços de e-mail do grupo de «Internet-Intranet-E-mail» no livro de

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endereços utilizando o seguinte método de procedimento:

Ou

a. Preencha o formulário dos contactos para cada elemento do grupo adicionando os endereços de correio electrónico do SAPO e do GMAIL.

b. Defina como Endereço predefinido o endereço de GMAIL para cada elemento do grupo. (Seleccione o endereço pretendido e clique no botão de comando «Predefinir»).

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5. Crie agora dois grupos de contactos denominados «Ala esquerda» e «Ala direita» efectuando o seguinte modo de procedimento:

NOTA: Os elementos do grupo da «Ala Esquerda» e «Ala Direita» são os que se localizam nas posições esquerda e direita em relação à porta da sala de formação.

a. Seleccione os membros do grupo, no botão de comando, «Seleccionar membros», se já existirem os contactos que pretende adicionar ou seleccione «Novo contacto»

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se o contacto que pretende adicionar ainda não estiver na sua lista de endereços.

b. Proceda de igual modo para a formação do grupo «Ala Direita». 6. Para personalizar o seu ambiente de trabalho do seu gestor de correio electrónico (Outlook Express) proceda do seguinte modo: Ver – Esquema

7. Envie agora para um membro da sua lista de contactos a informação do tempo prevista para amanhã, com conhecimento do membro com o contacto: [email protected] Efectue este procedimento de forma que o destinatário principal de o respectivo e-mail visualize os Formador: Gabriel Chaveca

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contactos a quem dirigiu conhecimento

Conceitos To: O campo To: é aquele onde devem ser inseridos os endereços dos destinatários da mensagem. Um endereço de correio electrónico tem o seguinte aspecto: [email protected] O campo To: pode receber mais do que um endereço, desde que separado por vírgulas. Exemplo: [email protected],[email protected] CC: O campo CC -- Com Conhecimento ou, em inglês, Carbon Copy -- serve para indicar destinatários que devem receber uma cópia da mensagem. Funcionalmente é equivalente ao campo To:, mas dá a indicação ao destinatário da mensagem de que esta é um duplicado de uma mensagem enviada a outrém. Bcc: O campo BCC -- do inglês Blind Carbon Copy -- permite enviar uma cópia da mensagem a destinatários não mencionados nos campos To: e Cc: mas sem que nada na mensagem registe o envio da cópia. É uma variante escondida do campo CC.

8. Envie agora para o grupo de contactos «Ala Esquerda» ou «Ala Direita» a mensagem com a informação do link para obtenção do download do aplicativo Acrobat Reader 7.0 dando conhecimento ao membro com o contacto: [email protected] Efectue este procedimento de forma que os destinatários principais deste e-mail não visualizem os contactos a quem dirigiu conhecimento. Defina no respectivo e-mail «Prioridade Alta» e pedido de recibo de leitura. 9. Envie um e-mail para o grupo de contactos «Ala Esquerda» ou «Ala Direita» contendo a

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informação referente a todos os signos do Zodíaco, dando conhecimento ao membro com o contacto: [email protected] Efectue este procedimento de forma que os destinatários principais deste e-mail não visualizem os contactos a quem dirigiu cópias da mensagem. Defina no respectivo e-mail «Prioridade Alta» e pedido de recibo de leitura. 10. Proceda à gestão das suas entidades com o objectivo de personalizá-las da melhor forma efectuando o seguinte método de procedimento:

11. Dentro da entidade «Gest-gmail» aceda ao livro de endereços e efectue a sua exportação

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para o ficheiro «endereços.wab»

12. Mude para a identidade «Gest-sapo» e importe o livro de endereços «endereços.wab» para que esta assuma os mesmos contactos anteriormente definidos. Deste modo efectue o seguinte procedimento:

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ASPECTO DO OUTLOOK EXPRESS 1.PASTAS Após a entrada no Outlook Express, já na identidade pretendida, surge a janela principal da aplicação, dividida em três áreas diferentes: a área das pastas, a área dos contactos e, do lado direito, a área de visualização (cujo conteúdo visionado depende da pasta que estiver seleccionada na área das pastas).

As pastas da «Lista de pastas» correspondem aos seguintes conteúdos: A receber (Inbox) – é nesta pasta que se encontram todas as mensagens recebidas (quer as que estão lidas quer as que estão ainda para posterior leitura e, neste último caso, distinguem-se das outras mensagens por estarem marcadas a negrito e com o símbolo do envelope fechado. A enviar (Outbox) – nesta pasta aparecem as mensagens que estão em «trânsito». Isto quer dizer que já foram enviadas, mas, por qualquer motivo, ainda não saíram. Os motivos porque, eventualmente, as mensagens ainda não tenham «saído», podem ter a ver com o facto de se estar a enviar a mensagem sem se estar em on-line ou pelo facto de haver um problema na rede ou, ainda, porque a mensagem tem ficheiros em anexo que são «pesados», etc. Itens enviados (Sent Items) – nesta pasta fica uma cópia das mensagens enviadas pelo utilizador.

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Itens eliminados (Deleted items) – nesta pasta ficam as mensagens que o utilizador elimina. Se, por qualquer motivo, o utilizador tiver necessidade de consultar novamente estas mensagens, poderá fazê-lo enquanto não esvaziar a reciclagem.

Rascunhos (Drafts) – nesta pasta são arquivadas as mensagens que o utilizador começou a escrever, mas que ainda não enviou e que pretende enviar mais tarde.

2.Contactos No aspecto predefinido do Outlook Express, surge, também a lista de contactos (que vai sendo construída pelo utilizador). Essa lista de contactos, para além de conter o endereço electrónico, poderá conter quaisquer outras informações, o que permite ao utilizador ter, em formato electrónico, os dados necessários para contactar determinada pessoa sem necessidade de recorrer ao cartão de visita.

3.Área de visualização A aplicação, em modo predefinido, possui, para além da área de visualização das mensagens, na parte dessa mesma área, uma janela de pré-visualização que permite que o utilizador ao seleccionar qualquer mensagem, possa, imediatamente, pré-visualizar o seu conteúdo.

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4.Modificar o aspecto do Outlook Express Para modificar o aspecto pré-definido da aplicação, o utilizador deverá aceder ao menu VER e escolher a opção ESQUEMA:

Ao surgir a janela de Esquema, o utilizador tem a possibilidade de configurar o aspecto visual de Outlook Express através da activação, ou desactivação, de cada um dos itens seleccionados. Essa janela está, basicamente, dividida em duas áreas: A área básica, que permite ao utilizador activar as opções pretendidas em relação às pastas que se podem visualizar e à forma de as visualizar. Para tal, dever-se-á colocar o símbolo  sempre que desejar activar uma determinada opção ou retirá-la para desactivar. Esta acção é concretizada através de um clique com o botão esquerdo do rato sobre a opção que deseja visualizar.

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A área de pré-visualização possibilita que, seleccionando uma mensagem se visualize automaticamente o seu conteúdo sem necessidade de abrir uma janela em separado para a leitura dessa mesma mensagem. É ainda possível definir se se pretende essa visualização numa zona abaixo das mensagens ou ao lado das mesmas. Normalmente, o sistema mostra também um cabeçalho que indica o autor da mensagem, o(s) destinatário(s) e o assunto (“Título”). Se o utilizador não quiser visualizar essa informação, basta desactivar esse item.

LER, RESPONDER E REENCAMINHAR MENSAGENS Vamos agora ver as formas de utilização da aplicação Outlook Express para efectuar a leitura de mensagens, com e sem ficheiros anexos, e respectiva resposta ou reencaminhamento.

1.Ler mensagens Para ler as mensagens enviadas, o utilizador deverá, após ter acedido ao Outlook Express, seleccionar a pasta «A Receber». Essa acção irá mostrar, na área de visualização (à direita da aplicação) as várias mensagens existentes.

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Ao «olhar» para essa mesma área, o utilizador tem, imediatamente, acesso a algumas informações sobre as mensagens, em função dos símbolos que estejam, ou não, presentes na linha da própria mensagem. Por predefinição existem para cada uma das mensagens, várias indicações possíveis:

Prioridade da mensagem

Existência de anexos Mensagem já lida Mensagem não lida

Sinalizador para posterior referência Título da mensagem Remetente da mensagem Data de recepção da mensagem Para o utilizador efectuar a leitura de uma mensagem específica, basta seleccionar a mensagem desejada (um clique sobre a mensagem); se a área de pré-visualização estiver activa, surgirá, nessa mesma área, o conteúdo da mensagem.

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Se a área de pré-visualização não estiver activa, é necessário abrir a mensagem. Para tal, é necessário efectuar dois cliques sobre a mensagem ou seleccioná-la e carregar na tecla «Enter». Após esta acção surge, numa janela em separado, a mensagem e o respectivo conteúdo.

2.Abrir anexos Um anexo é um documento externo ao texto da própria mensagem mas que é incorporado na mesma. A leitura desse anexo pode ser feita de maneiras diferentes, dependendo da forma como o utilizador acede à mensagem:

Abrir a mensagem numa nova janela – se o utilizador optar por abrir a mensagem (duplo clique sobre a mesma) numa nova janela, irá surgir, para além do texto da mensagem e das informações sobre a mesma, uma linha que contém o anexo. Para ler o anexo, basta efectuar duplo clique sobre este e abrir-se-á o conteúdo do anexo na aplicação que foi criado.

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No presente exemplo surgirá dentro do Nero PhotoSnap Viewer, pois é o editor predefinido para visualização de imagens.

Ler a mensagem através da pré-visualizalção – se o utilizador optar por efectuar a leitura das mensagens através da barra de pré-visualização, quando efectuar um clique sobre uma mensagem que contenha um anexo verificará que, no cabeçalho da barra de pré-visualizaçáo, surge o desenho de um clip . Efectuando um clique sobre o clip, aparece o documento em anexo e, basta efectuar outro clique sobre o nome do anexo para ler o seu conteúdo.

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3.Guardar anexos Para guardar o anexo de uma mensagem, o utilizador deverá seleccionar a mensagem, aceder ao menu FICHEIRO e escolher a opção GUARDAR ANEXOS

Se estiver a visualizar o anexo através da área de pré-visualização, também é possível efectuar um clique no botão do clipe e escolher a opção Guardar Anexos.

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NOTA: O utilizador pode, também, optar por gravar a mensagem toda e não apenas o anexo. Para tal deverá aceder ao menu FICHEIRO e escolher a opção GUARDAR COMO.

4.Responder às mensagens Para responder a uma determinada mensagem o utilizador deverá efectuar as seguintes acções: Seleccionar a mensagem a que se pretende responder (poderá abrir-se a mensagem ou apenas posicionar o cursor sobre a mesma); Efectuar um clique no botão para responder apenas ao remetente da mensagem, ou seja, apenas ao endereço constante no campo «De»; se se pretender responder também aos endereços electrónicos do campo Carbon Copy {CC}, dever-se-á efectuar um clique no botão ;

Em seguida, surgirá uma janela na qual o utilizador escreve a resposta; Formador: Gabriel Chaveca

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A sigla Re assinala que é uma resposta {Reply}

NOTA: O texto da mensagem original pode ser eliminado quando o utilizador estiver a responder ao remetente da mensagem.

Para enviar a resposta depois de escrito o texto de resposta, dever-se-á efectuar um clique no botão Enviar; após essa acção, o sistema regressa ao quadro inicial e verificar-se-á que a mensagem respondida passou a ter, juntamente com o envelope, o símbolo de uma seta

5.Reencaminhar mensagens

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A acção de reencaminhar mensagens é semelhante à acção de responder a mensagens. Para efect uar o o(s) novos destinatário(s) da mensagem; reenc amin hame nto de mens agens , basta efect uar um clique no botão e indica

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r

ESCREVER E PERSONALIZAR MENSAGENS Ao aceder à aplicação de correio electrónico Outlook Express, o utilizador pode, imediatamente, criar uma mensagem de correio electrónico através de um clique no botão «Criar mensagem» - ou por acesso ao menu FICHEIRO, seguido das opções NOVO e Mensagem de correio Após activar a opção de novo correio, surge a janela das mensagens que está, basicamente, dividida, em três áreas: a área do menu e da barra de ferramentas (botões), a área em que são colocados os endereços (campos Para, CC) e a área de escrita (que inclui a área de de Assunto e a área onde se digita o texto da mensagem.

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A barra de botões tem por objectivo ajudar o utilizador a fazer e a refazer as mensagens de uma forma mais rápida. Os botões predefinidos permitem efectuar as acções descritas em seguida.

Envia a mensagem ao(s) destinatários

Permite cortar o texto seleccionado

Copia texto seleccionado

Cola texto, previamente copiado ou cortado, noutra área

Desfaz a última acção efectuada

Verifica se o nome digitado existe no livro de endereços

Verifica a mensagem com o corrector ortográfico

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Permite anexar ficheiros à mensagem

Possibilita a definição da prioridade da mensagem

Mensagem assinada digitalmente

Mensagem lacrada A área de endereços é, habitualmente, composta por dois campos: o campo Para, que pode ser descrito como o campo onde são introduzidos os endereços electrónicos dos destinatários principais da mensagem, e o campo CC (que significa Carbon Copy mas que em língua portuguesa, normalmente, se define como «Com Conhecimento»). Esta última área utiliza-se habitualmente quando se pretende enviar a determinado(s) destinatário(s) uma cópia da mensagem que foi enviada ao(s) destinatário(s) do campo «Para». Ao receber a mensagem, todos os destinatários, quer do campo «Para» quer do campo «CC», sabem quais são os restantes destinatários a quem a mensagem foi enviada. Na área de endereços é ainda possível colocar mais um campo: o campo «BCC» (Blind Carbon Copy). Este campo de endereço possui, como principal característica, o facto de os endereços constantes neste campo não serem visíveis para os destinatários que constem nos campos «Para» e «CC». A opção «BCC» não consta, automaticamente , dos campos de endereço pelo que, se o utilizador desejar utilizar este campo deverá, na janela das mensagens, aceder ao menu VER e escolher a opção «Todos os cabeçalhos» A partir desta altura o campo «BCC» surgirá na janela das mensagens.

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Nota: Em qualquer dos campos, sempre que o utilizador desejar escrever mais do que um endereço electrónico, deverá separá-los por ponto e vírgula (;). Se o utilizador já possuir os endereços electrónicos no livro de endereços não necessita de escrever o endereço. Basta efectuar um clique com o botão esquerdo do rato no botão que se encontra à esquerda do respectivo campo A área destinada ao «Assunto», apesar de não ser de preenchimento obrigatório, é conveniente ser preenchida com um “título” que identifique o conteúdo da mensagem. Essa acção irá permitir que o destinatário, ao receber uma mensagem, tenha uma ideia sobre o seu conteúdo, mesmo antes de abrir. A seguir a esta área fica a área de «texto livre» na qual o utilizador irá digitar o conteúdo da mensagem. Depois de concluídas todas estas acções, a mensagem está pronta para ser enviada. Para tal, basta efectuar um clique sobre o botão «Enviar»

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1.Inserir ficheiros nas mensagens Nas mensagens, para além do texto escrito, é possível incluir, também, outros ficheiros em anexo. A estes dá-se o nome de «anexos». Para anexar um ficheiro a uma mensagem, o utilizador deverá, na janela das mensagens, efectuar as seguintes acções: Efectuar um clique com o botão esquerdo do rato no botão ;

Na janela que surge após a acção anterior, o utilizador deverá localizar o(s) ficheiro(s) ou pastas zipadas que pretende anexar à mensagem. Depois de ter efectuado a selecção, é necessário efectuar um clique no botão

2.Prioridade das mensagens O utilizador tem a possibilidade de, ao efectuar uma nova mensagem, indicar ao(s) destinatário(s) se a mensagem é considerada ou não, uma mensagem prioritária. Para definir a prioridade das mensagens, o utilizador deverá efectuar um clique no triângulo que está à direita do botão

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3.Pedir recibo de leitura Por vezes enviam-se mensagens cuja importância requer uma confirmação da sua recepção e da sua leitura. O Outlook Express permite obter essa confirmação através dos seguintes passos:  Escrever uma nova mensagem;  Na janela das mensagens, aceder ao menu FERRAMENTAS e escolher a opção «Pedir Recibo de Leitura»

Quando o destinatário da mensagem efectuar a sua leitura, será enviado ao remetente uma «mensagem recibo» a confirmar que a mensagem foi lida, onde constará a indicação da data e hora a que essa leitura se efectuou.

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BIBLIOGRAFIA Boyce, J. (2007) – Microsoft Outlook 2007 Plain and Simple. Microsoft Press Editions. Lorente, G. J.M. (2004) - Manual prático da secretária eficiente. Editora O Clube do Livro Técnico,3.ª edição.

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