Avalicacao Exames Laboratoriais Para Acompanhamento Farmaceutico

March 19, 2019 | Author: AG Morais | Category: Diabetes Mellitus, Anemia, Coronary Artery Disease, Hyperthyroidism, Coagulation
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Justificativa Estima-se que 70% das condutas médicas são baseadas em exames laboratoriais.

Objetivo Conhecimento do profissio profissional nal farmacêutico

Exames laboratoriais

Atenção farmacêutica Liberação de laudos Farmácia hospitalar , etc.

Os valores dos resultados laboratoriais podem sofrer influências de estados fisiológicos, patológicos, medicamentosos, etc. A interpretação correta dos exames laboratoriais depende da avaliação global do paciente.

Resoluções nº 585 e nº 586 de 2013 CFF Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e dá outras providências.

Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências.

Avaliação

sanguíneas

Quantitativa e Qualitativa das séries

 Eritrograma  Leucograma  Plaquetograma

Contagem Celular 

Hemácias: H = 4,5 a 6,0 milhões/mm3 M = 4,0 a 5,5 milhões/mm3

Ht - Hematócrito É

a percentagem dos eritrócitos que ocupam o volume total do sangue em um tubo, após centrifugação. Valor de Referência ►

H: 40 a 54%



M: 37 a 47%



Recém-nascido: 44 a 64%



Crianças: 37 a 45%

Hb – Hemoglobina   É 

a avaliação da concentração da Hb no sangue total, expressa em g% ou g/dL. É a variável laboratorial que indica anemia.

Índices Hematimétricos VCM 

VCM= Ht x10 / E VR: 80 a 98 fL

   MACROCÍTICAS    NORMOCÍTICAS    MICROCÍTICAS

Índices Hematimétricos HCM HCM = Hb x 10 / E VR: 24-33 pg

CHCM CHCM= Hb / Ht x 100 VR: 31-36% NORMOCRÔMICAS HIPOCRÔMICAS

RDW Anisocitose Valores

heterogeneidade

normais: 11-14,5%

Avaliação Qualitativa  Normocitose

Microcitose

Macrocitose

Anisocitose

 Normocromia e Hipocromia .

Drepanócitos

Contagem de Reticulócitos 

Valores normais: 0,5 a 1,5%, o valor deve ser corrigido segundo a anemia.

Obs.: não faz parte do hemograma.

Classificação Morfológica

ü Microcíticas hipocrômicas ü Macrocíticas ü Normocíticas normocrômicas

Anemias Microcíticas e Hipocrômicas Reservas de ferro diminuídas?

SIM  Anemia da deficiência de ferro

NÃO

 Anemia de doença crônica Talassemias  Anemia Falciforme

Principais grupos de risco para deficiência de ferro 

Crianças entre 6 meses e 2 - 3 anos



Mulheres em idade reprodutiva



Mulheres grávidas



Doadores regulares de sangue



Comunidades com baixa ingestão de ferro heme

Avaliação laboratorial da deficiência de ferro

Principais exames  Ferro

sérico

 CTLF   Saturação   Ferritina

de transferrina

sérica

Interpretação - ADF 

 Hemoglobina



 VCM  HCM

 Anemia hipocrômica microcítica

  Ferritina sérica 

 Ferro sérico  ST

Anemia de Doenças Crônicas üDoenças Inflamatórias •





Artrite reumatóide Colite ulcerativa Enterite regional

üInfecções Tuberculose Endocardite bacteriana Abscesso pulmonar  Osteomielite crônica Infecção micótica crônica •







üDoenças neoplásicas •





Linfoma de Hodgkin Linfoma não-Hodgkin Carcinomas



 É a anemia mais frequente em pacientes hospitalizados

Citocinas (Cél.Imune,Fígado) IL-1, TNF, interferon-, IL-6

É

a proteína de fase aguda mais utilizada.  Ótimo

parâmetro monitoramento terapêutico.  Pode

de

gerar valor prognóstico da artrite reumatóide.

Macrocíticas Reticulócitos aumentados?

SIM

 NÃO

Anemias Megaloblásticas Causas 

Deficiência de Vitamina B12 ( Anemia perniciosa)

  Deficiência

de Folatos

(dieta) 

Deficiência combinada (B12 e folatos) (síndromes de absorção)

Anemias Megaloblásticas Exames Laboratoriais  Hipersegmentação de neutrófilos 

VCM



Hemoglobina

 Dosagem de vitamina B12 e ácido fólico

Leucograma O Estudo da série leucocitária inclui: - Contagem global; - Contagem diferencial;

LEUCOGRAMA Valores normais – Avaliação quantitativa FLR (%)

FLA(leuc /mm3)



Leucócitos: 4,5 a 11 mil



Metamielócitos: 0 / 0



Bastonetes: 0 a 4 / 100 a 400



Neutrófilos segmentados: 54 a 62 / 2700 a 6200



Eosinófilos: 1 a 4 / 50 a 400



Basófilos: 0 a 1 / 0 a 100



Linfócitos: 22 a 33 / 1100 a 3300



Monócitos: 3 a 7 / 150 a 700

Avaliação Qualitativa Mielócito

Metamielócito

Segmentado

Bastonete

Hipersegmentação

Avaliação Qualitativa

Linfócito

Linfócito Atípico

Monócito

Avaliação Qualitativa

Eosinófilo

Basófilo

Nomenclatura Aumento

Diminuição Neutropenia



Neutrófilos:

Neutrofilia



Eosinófilos:

Eosinofilia

-



Basófilos:

Basofilia

-



Linfócitos:

Linfocitose

Linfopenia



Monócitos:

Monocitose

Monocitopenia

Inflamação, necrose Várias infecções bacterianas LMC (diagnóstico diferencial)

Neutropenia Crônica Benigna Infecções orais / faríngeas  Agranulocitose  Aplasia medular 

Coqueluxe (15000-3000 (15000-30000/mm 0/mm 3)

Quimio-radioterapia

EBV, CMV, HIV

Idosos, uso de corticóide.

Hepatites, Rubéola LLC (diagnóstico diferencial)

Parasitoses: proporcional à infestação.

Doenças infecciosas, corticóides.

Parasitoses: nem sempre apresenta eosinofilia.  Ancilostomose, estrongiloidíase, filariose, esquisostomose, toxocaríase, ascaridíase.  Alergias.

Mais comuns em idosos.

LMC e Leucemia eosinofílica.

LMC.

 Acompanha a neutrofilia em processos inflamatórios

 Aplasia  Agranulocitose

Hemostasia Manutenção

da fluidez sem estravasamento.

Plaquetas: número e função. Vasos:

função e integridade. Fatores da coagulação.

Coagulação Lesão Logo após

formação do coágulo. fibrinólise.

Primária: tampão

plaquetário (vasoconstrição).

Secundária: formação da trombina.

Fibrinogênio

Fibrina

Fatores da Coagulação

Tempo de Protrombina (TP)  Avalia a via extrínseca.  Tempo de Protrombina

obtido após a adição de cálcio à mistura de tromboplastina com plasma a ser estudado. TP

varia na dependência da tromboplastina (fabricante e data).

 OMS apresenta uma tromboplastina que serve

de referência para a padronização das tromboplastinas empregadas (RNI – Relação Normatizada Internacional).

TP Assim, com essa tromboplastina padrão, os fabricantes de tromboplastina podem calcular o índice de sensibilidade internacional (ISI: international sensitivity index). Os melhores índices são aqueles mais próximos de 1. 

Adicionando-se o ISI

a essa relação, teremos o RNI. (INR - international normalized ratio)

RNI = (TP DO PACIENTE/ TP DA MISTURA DE PLASMAS NORMAIS)ISI.

RNI 

Valores normais: entre 0,9 e 1,2 (para não anticoagulados).

Valores alvo (RNI): de 2-3, prevenção primária ou secundária da trombose venosa;

de 2-4, trombose venosa ativa, embolia pulmonar, prevenção da trombose venosa recorrente; de 3-4,5, prevenção da tromboembolia arterial e portadores de válvulas; ou de acordo com o seu médico.

deficiência dos fatores II, V, VII, X (via extrínseca), doenças hepáticas, deficiência de vitamina K, CIVD. 

Valores aumentados:

Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada (TTPA)  Avalia a via intrínseca.

 Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada

tempo que o plasma leva para coagular após a mistura com cefalina (tromboplastina parcial) e cálcio.  Também deve ser

fornecido como relação "tempo do paciente/tempo de

plasmas normais". 

Valores normais: entre 0,9 e 1,2.

Valores aumentados: CIVD, anticoagulantes circulantes, doença hepática, hemofilia A e B. Fatores VIII, IX, XI, XII (intrínseca). 

Valores aumentados para TP e TTPA: Fatores II, V, X, presentes inibidores como a heparina. 



Valores diminuídos para TP e TTPA: risco de trombose.

O que é Diabetes O diabetes   mellitus é uma síndrome de etiologia

múltipla,

caracterizada

por

hiperglicemia decorrente da falta de insulina ou da incapacidade da mesma em exercer seus efeitos de modo adequado nos tecidos periféricos.

Epidemiologia Estudo Multicêntrico de Prevalência DM tipo 2 no Brasil 17,4 12,7

7,6

7,6%

5,5 2,7

30 - 39

40 - 49

50 - 59

60 - 69

Grupos etários (anos)

TOTAL

Epidemiologia Distribuição dos diabéticos, segundo o conhecimento prévio da doença

O DIABETES É SUB-DIAGNOSTICADO

46,5% Desconhecidos

53,5% Conhecidos  Fonte: MS, CNPq, SBE, SBD.

Epidemiologia Primeira causa de cegueira adquirida. Importante causa de ingresso nos programas de diálise. Importante determinante de amputações de membros inferiores. Entre os principais cardiovascular.

fatores

de

risco

Complicações AVC: Retinopatia Diabética:

Causa cegueira em adultos.1

Aumenta 2 a 4 vezes a mortalidade cardiovascular e AVC.3 Doença cardiovascular:

8/10 de pacientes diabéticos morrem de eventos CV.4 Nefropatia Diabética:

Causa doença renal terminal.2

Neuropatia Diabética:

Causa amputações não-traumáticas nas extremidades.5 1 Fong

DS, et al. Diabetes Care 2003; 26 (Suppl. 1):S99 –S102. 2Molitch ME, et al. Diabetes Care 2003; 26 (Suppl. 1):S94 –S98. 3 Kannel WB, et al. Am Heart J 1990; 120:672 –676. 4Gray RP & Yudkin JS. In Textbook of Diabetes 1997. 5Mayfield JA, et al. Diabetes Care 2003; 26 (Suppl. 1):S78 –S79.

Classificação a) Diabetes tipo 1 – destruição das células beta. Ausência ou diminuição de insulina. b) Diabetes tipo 2 – graus variados de deficiência e/ou RI. c) Diabetes gestacional - risco de evolução para DM : 30-60%.

Associação Americana de Diabetes

Sinais e Sintomas 

Poliúria



Polidipsia



Polifagia



Perda de peso



Cansaço e esquecimento

Diagnóstico Laboratorial Glicemia em  jejum Normal Tolerância diminuída Diabetes

< 100

≥ 100 e < 126

≥ 126

TOTG (Glicemia 2h após 75 g de glicose oral) < 140 ≥ 140 e < 200

≥ 200

Sociedade Brasileira de Diabetes, 2010

Glicemia casual ou pós-prandial -

≥ 200 e sintomas

clássicos

Glicemia em jejum Um

dos exames mais requisitados a fim de verificar a homeostase da glicose. Coleta realizada com 8 horas de jejum e

do analito pela parte celular).

VR: 70 a 99 mg/dL Interpretação:

>126 mg/dL: Diabetes >100 a 200 mg/dL + sintomas: Diabetes

em fluoreto (diminui consumo

Glicemia em jejum Hipoglicemia

Principais causas: 1. Superdosagem de insulina no diabético 2. Alcoolismo 3. DM subclínico / inicial tipo II

TOTG  Indivíduo

em jejum no mínimo de 8 horas, com dieta sem restrição de carboidrato e atividade física normal nos 3 dias anteriores.

A

realização do TOTG é recomendada em indivíduos com GJ ≥ 100 mg/dL e < 126 mg/dL para melhor classificação.

 Se

no momento do exame GJ > 126 mg/dL, não é indicada a realização.

TOTG Será

ingerido 75g de glicose anidra em volume de 300 mL de

água. Coletar sangue em jejum, 30, 60, 90 e 120 minutos. Interpretação:

Diabetes: > 200 mg/dL (ADA 2010) Normal: < 140 mg/dL

Hemoglobina glicada A glicose se combina com a Hb quase irreversivelmente e, deste

modo, a HbA1c avaliará a concentração plasmática média de 8 a 12 semanas. O

resultado do teste de HbA1c é indicador da qualidade do tratamento do diabetes. Pode

mg/dL.

apresentar valores normais em pacientes com GJ> 126

Hemoglobina glicada Normal: 6,0%: GME = 28,7 x Hbglic  – 46,7

Lipoproteínas 

Permitem a solubilização e transporte dos lipídeos.

Aterogênese  A

aterosclerose é uma doença inflamatória crônica que ocorre em resposta à agressão endotelial, acometendo principalmente a camada íntima de artérias de médio e grande calibre. 

Origem multifatorial: fatores genéticos, tabagismo, hipertensão,

diabetes, obesidade,

dislipidemias .

Colesterol total e frações Sinonímia: perfil lipídico, lipidograma, colesterolemia, colesterol total e

frações. Preparo do paciente: jejum obrigatório de 12 a 14h.

não fazer uso de bebidas alcoólicas 48h antes. realizar dieta usual.

Colesterol total Ótimo < 200 mg/dL Limítrofe 200 a 239 mg/dL  Aumentado > 240 mg/dL

HDL-C  Ação

protetora contra a doença arterial coronariana, pois atuam especialmente no retorno do colesterol dos tecidos periféricos para o fígado.

Valores de referência Homens Sem risco > 55 mg/dL Risco moderado 35 a 55 mg/dL Risco elevado < 35 mg/dL

Mulheres Sem risco > 65 mg/dL Risco moderado 45 a 65 mg/dL Risco elevado < 45 mg/dL

LDL-C  Avalia

o risco para desenvolvimento de doença coronariana.

Valores de referência Ótimo < 100 mg/dL Desejável 100 a 129 mg/dL Limítrofe 130 a 159 mg/dL  Alto 160 a 189 mg/dL Muito alto > 190 mg/dL Baixo risco

V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose

Triglicérides  A

determinação é significativa no reconhecimento e tratamento das dislipidemias. 

Constituem as principais frações dos quilomícrons, VLDL e IDL.

Valores de referência Ótimo 500 mg/dL

Estudos demonstraram correlação positiva entre concentrações do colesterol LDL-C e o risco de doença coronariana isquêmica. 

E concentrações de HDL-C inversamente proporcionais ao risco de doença coronariana isquêmica. 

V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose

Tireoide  A

tireoide se localiza na região da garganta e quando não está funcionando adequadamente pode liberar   hormônios: em excesso hipertireoidismo em quantidade insuficiente hipotireoidismo primário

Retroalimentação

Hipotireoidismo  Quantidade

insuficiente de hormônios T3 e T4 circulantes para suprir uma função orgânica normal.  É a mais

prevalente entre as disfunções da tireoide.

A

causa mais comum do distúrbio é uma inflamação crônica da tireoide, causada por “auto-agressão”   do sistema imunológico, a chamada de Tireoidite de Hashimoto. Como

os hormônios estão relacionados ao funcionamento do organismo, essa disfunção gera um metabolismo “lento”.

Hipotireoidismo  Sintomas

como fadiga, sono, queda de cabelo, sensação de frio, saciedade, obstipação, bradicardia.  Para

tratar a doença, a reposição hormonal representa uma ferramenta simples e bastante eficaz.

"Vale lembrar que, ao contrário do que muita gente imagina, o hipotireoidismo não leva o indivíduo à obesidade”

Hipotireoidismo Origem

secundária: ↓TSH ↓ T3

Diminuição

e T4

de TSH por tumores, irradiação e inflamação hipotalâmicas ou infecção hipofisárias.

Menos

de 1% dos casos.

Hipertireoidismo

Etiologia Tireoidites (viral/bacteriana/autoimune) Doença

de Graves

 Adenoma

Tóxico (Doença de Plummer)/Bócio Multinodular 

 Adenoma

hipofisário secretor de TSH / Gestacional

Produção

Ectópica de Hormônio (raro)

Hormônio

Tireoidiano Exógeno (drogas / alimentos)

Hipertireoidismo Sintomas

Avaliação Laboratorial Hipotireoidismo Diagnóstico de hipotireoidismo primário

TSH

 Adicionalmente ao TSH podem ser solicitado: é a medida mais adequada para o diagnóstico e para avaliar o   status tireoidiano nos dois a três primeiros meses do tratamento do hipotireoidismo. T4 livre

T4

total

transportadoras.

são dependentes das proteínas

Avaliação Laboratorial Hipotireoidismo T3 total ou T3 livre

etiologia do hipertireoidismo. pouca acurácia para o diagnóstico de hipotireoidismo.

Avaliação Laboratorial Hipertireoidismo Dosagem

de TSH (diminuído) T4 livre (aumentado) T3 livre (aumentado) TRAb

anticorpo anti-receptor do TSH.

valores significativos indicam doença auto-imune em atividade (doença de Graves).

 Sinonímia: transaminase glutâmico oxaloacética (TGO) É

encontrada em altas concentrações no citoplasma e nas mitocôndrias do   fígado, músculos esquelético e cardíaco, rins, pâncreas e eritrócitos; quando qualquer um desses tecidos é danificado, a AST é liberada no sangue. 

Valores normais: até 32 U/L (mulheres) e 38 U/L (homens). (varia de acordo com fabricante de kits e métodos)

 Sinonímia: transaminase glutâmico pirúvica (TGP) É

encontrada em altas concentrações no fígado, o que torna o seu aumento mais específico de lesão hepática; no entanto, pode estar aumentada em conjunto com a AST em miopatias (doenças musculares) severas.  Valores

(homens).

normais: até 31 U/L (mulheres) e 41 U/L

 Família de enzimas presentes em

praticamente todos os tecidos.

 No

fígado é encontrada principalmente nos canalículos biliares e na superfície sinusoidal dos hepatócitos.  Aumento

da fosfatase alcalina hepática é mais evidente na obstrução biliar (colestase). Também aumentada: hepatites e doenças ósseas. Valores normais: Adulto 50

a250 U/L. (varia bastante com a idade)

 É uma

enzima encontrada em grande quantidade no fígado, rins, pâncreas, intestino e próstata.  Marcador

não específico, mas muito sensível de doença hepática, pois está alterado em 90% dos portadores de  colestase hepatobiliar e do uso de álcool.  Valores normais: 7 a 32

U/L (mulheres) e 10 a 50 U/L (homens).

 Principal componente da bile.  Produto da hemoglobina.  Bilirrubina

indireta (não conjugada) ou bilirrubina direta

(conjugada). Icterícia: BT >2,5 mg/dL BT = BI + BD

Doenças hepáticas severas costumam cursar com alterações na coagulação. 

 A absorção da vitamina K é dependente da presença de sais biliares e a

cirrose diminui a sua produção (especialmente nas doenças colestáticas). A

determinação do tempo da protrombina pode avaliar fatores de coagulação vitamina K dependentes e assim a função de síntese do fígado.

 Principal

proteína circulante, transporte e pressão coloidosmótica. O

fígado é o único órgão da produção da albumina, reduções na quantidade da albumina podem ser causadas por doenças do fígado. Valores normais: 3,5 a 5,5 g/dL.

 Avalia

principalmente a função renal (taxa de filtração glomerular).

É

um composto nitrogenado não proteico derivado da desfosforilação da creatina-P no músculo.

Dependente

também muscular, idade e gênero.

da

massa

Hipercreatinemia pré-renal:  Hipercreatinemia lesões musculares, acidose diabética, uso de diuréticos, etc. Hipercreatinemia renal:  Hipercreatinemia lesões glomerulares e tubulares. Hipercreatinemia pós-renal:  Hipercreatinemia obstruções do trato urinário (hipertrofia prostática prostática e compressões dos ureteres).  Valores

diminuídos: geralmente sem significado clínico, mas pode cursar com perda de massa muscular.

Avalia principalmente a  Avalia Principal

função renal.

fonte de excreção do nitrogênio.

É

um comp compos osto to nitr nitrog ogen enado ado não não prot protei eico co sint sinteti etiza zado do no fígado a partir do catabolismo das proteínas. Varia também com a dieta e a hidratação. 

Pode ser avaliada no soro e urina 24 hs.

Jejum 8 horas.

d e referência:  Valores de Soro: 10 a 40 mg/dL Urina: 26 a 43 g/24h  Uremia

pré-renal: dieta rica em proteínas, hemorragias, catabolismo elevado (febre e septicemia).  Uremia renal:

doença renal aguda ou crônica (glomerulonefrite).  Uremia pós-renal:

obstruções do trato urinário (cálculos).  Valores

diminuídos de ureia: hepatopatia grave.

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