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January 21, 2019 | Author: Ari Campos | Category: Sterilization (Microbiology), Packaging And Labeling, Paper, Polyethylene, Polymers
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DIVERSIDADE DE EMBALAGENS Teresinha Neide de Oliveira Fortaleza - Ceará

EMBALAGEM

Proteção externa da mercadoria, para a sua apresentação no mercado. EMBALAR

 Dicionário Brasileiro da  Língua Portuguesa

Acondicionar, empacotar, proteger  o conteúdo.

EMBALAGEM

Proteção externa da mercadoria, para a sua apresentação no mercado. EMBALAR

 Dicionário Brasileiro da  Língua Portuguesa

Acondicionar, empacotar, proteger  o conteúdo.

EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO Por que usar?

artigo a ser esterilizado, armazenado e transportado, deverá ser acondicionado em embalagem criteriosamente selecionada, para a segurança do processo”.

“Todo

Recomendações práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. - Campinas, SP - 2000. 2000 . “Guia elaborado por enfermeiros  brasileiros”

TIPOS DE EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO

TECIDO DE ALGODÃO

PAPEL GRAU CIRÚRGICO

ESTOJO METÁLICO

PAPEL CREPADO

VIDRO REFRATÁRIO

SMS

CONTAINER RÍGIDO

TYVEK®

TECIDO DE ALGODÃO   ALGODÃO CRU 100%   ALGODÃO 33% + POLIESTER 67%   ALGODÃO 50% + POLIESTER 50%  

Gramatura 200g/m2  56 fios/cm2   PERKINS, 1969

TECIDO DE ALGODÃO  AVALIAR:



Percentual de encolhimento Reprocessamentos Remendos, desgastes, cerzidos, furos e rasgos Temperatura 18 a 22ºC, UR = 35 a 70% Recentemente lavadas Campo duplo



Não existem tecidos fabricados para esta finalidade

    

GOUVEIA, 1998

ESTOJO METÁLICO  Liga de alumínio ou aço inox   Paredes finas 0,6 a 0,8mm  Diversas medidas  Calor seco

Recomendações práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. - Campinas, SP - 2000. “Guia elaborado por enfermeiros brasileiros”

VIDRO REFRATÁRIO    

Tem que ser refratário Diversos tamanhos e capacidade Vapor saturado Calor seco

Recomendações práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. - Campinas, SP - 2000. “Guia elaborado por enfermeiros brasileiros”

CONTAINER RÍGIDO É um tipo de empacotamento para materiais a serem esterilizados. “É  o sistema de empacotamento de escolha para os instrumentais cirúrgicos devido a organização, proteção efetiva e custo econômico vantajoso a longo prazo” .  AORN, 1991

CONTAINER RÍGIDO Liga de alumínio anodizado   Aço inox   Válvula ou filtro   Autoclave pré-vácuo   Autoclave gravitacional  

Recomendações práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. - Campinas, SP - 2000. “Guia elaborado por enfermeiros brasileiros”

TYVEK®  Lâmina de polietileno entrelaçado de alta

densidade (PEAD)  Suporta altas temperaturas  Alta resistência à tração e perfuração  Barreira microbiana  Uso limitado devido ao alto custo  Incinerável

NÃO TECIDO - SMS  MANTA DE POLIPROPILENO  – 100%



Três camadas:

SPUNBOND MELTBLOWN SPUNBOND



NÃO TECIDO - SMS Spunbond Esta camada é formada por fibras longas e contínuas que proporcionam resistência mecânica e maleabilidade



Meltblown Esta camada é formada por uma trama densa de microfibras que age como barreira microbiana.

CARACTERÍSTICAS DAS EMBALAGENS DE PAPEL

Ser isenta de furos, rasgos ou orifícios;  Ser isenta de manchas;  Ser isenta de rugas em geral e na área de selagem;   A selagem deve ser íntegra sem áreas queimadas; 

CARACTERÍSTICAS DAS EMBALAGENS DE PAPEL

Ser própria para receber os variados tipos de impressão, utilizando-se tintas atóxicas e resistentes ao processo de esterilização;  Ser isenta de odor estranho aos componentes da embalagem ou que  prejudiquem a utilização do produto;  Ser barreira microbiológica; 

CARACTERÍSTICAS DAS EMBALAGENS DE PAPEL

Ser isenta de corpos estranhos;  O polímero e o copolímero que compõe a embalagem não devem delaminar;   A selagem deve ser resistente. 

“A embalagem deve ser manuseada de forma que não danifique sua estrutura e integridade” .  NBR 13386: 1995

PAPEL GRAU CIRÚRGICO

“Papel  que apresenta características físicas, químicas e biológicas que permitem a esterilização e manutenção da esterilidade do  produto. É próprio para embalagem de artigos odonto-médico-hospitalares a serem submetidos a processos de esterilização” .  NBR 13386: 1995

POLÍMERO E COPOLÍMERO

“Material  laminado ou coextrudado, de duas ou mais camadas, atóxico que seja barreira microbiológica e que permita o fechamento adequado das embalagens odonto-médico-hospitalares” .  NBR 13386: 1995

SELAGEM “Processo pelo qual as embalagens são hermeticamente fechadas, garantindo a sua esterilidade desde o momento da esterilização até o momento do uso” . “A largura total da área de selagem não deverá ser  inferior a 6 mm” .  NBR 13386: 1995

TIPOS DE EMBALAGENS PAPEL GRAU CIRÚRGICO Papel grau cirúrgico/Polietileno x Papel grau cirúrgico  ETO e Radiação Papel grau cirúrgico x Poliester/Polietileno  ETO e Radiação Papel grau cirúrgico x Poliester/Polipropileno  ETO e Vapor 

APRESENTAÇÕES DAS EMBALAGENS DE PAPEL GRAU CIRÚRGICO

ORIENTAÇÕES PARA USO DE EMBALAGENS PAPEL GRAU CIRÚRGICO Verificar dados de identificação, procedência, registro, lote;  Verificar se a impressão em tinta está fora da área de contato com o artigo; esta impressão após a  Observar esterilização;  Observar se envelopes e bobinas contêm indicador de  processo, texto de orientação da mudança de cor  conforme exposição, tamanho da embalagem, indicação de abertura; 

ORIENTAÇÕES PARA USO DE EMBALAGENS PAPEL GRAU CIRÚRGICO Testar se o filme é laminado, flexível, transparente, resistente e isento de microfuros;  Observar se há desprendimento de fibras na abertura;  Solicitar do fabricante laudos e testes necessários à confiabilidade da embalagem;  Remover o ar do interior das embalagens;   Acondicionar em embalagens duplas itens de tamanho  pequeno; 

ORIENTAÇÕES PARA USO DE EMBALAGENS PAPEL GRAU CIRÚRGICO 

 

Verificar, no acondicionamento duplo, que as embalagens estejam perfeitamente ajustadas, sem dobras e que as faces de papel estejam do mesmo lado; Observar gramatura mínima do papel 60g/m 2  e do filme 54g/m2 (BS 6256/DIM 58953 - 1987); Identificar com tinta atóxica ou colocar etiquetas somente na face do filme; ou na parte inferior da embalagem - área externa;

ORIENTAÇÕES PARA USO DE EMBALAGENS PAPEL GRAU CIRÚRGICO    

Proteger os materiais cortantes e pontiagudos; Realizar selagem dando margem de no mínimo, 3cm da borda para permitir abertura asséptica; Rejeitar a selagem com rugas, queimaduras e canais; Observar requisitos normativos.

Recomendações práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. - Campinas, SP - 2000. “Guia elaborado por enfermeiros  brasileiros”

PAPEL CREPADO

“Composto de celulose tratada (polpa virgem de madeira branqueada) resistente a temperaturas até 150ºC por 1 hora” .

 APECIH: 1998

CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PAPEL CREPADO

     

Ser isento de furos, rasgos ou orifícios; Ser isento de manchas; Ser resistente a flúidos Ser barreira microbiológica; Ser atóxico; Ser flexível.

TIPOS DE PAPEL CREPADO (+)

(-) 1ª Geração

99%     A     R     I     E     R     R     A     B

97% 94%

(-)

Material 100% celulose. R  E   S  I     S  T  Ê   N   C  I    A 

2ª Geração 100% celulose reforçada com fibras sintéticas.

3ª Geração Mistura de celulose e fibras sintéticas, reforçadas com (+) fibras sintéticas externas.

APRESENTAÇÕES DAS EMBALAGENS DE PAPEL CREPADO

FINALIDADES DAS EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO  Permitir a esterilização do artigo;  Assegurar a esterilidade e integridade

dos artigos até o momento do uso;  Favorecer a transferência do conteúdo esterilizado com técnica asséptica

COMPATIBILIDADE COM OS PROCESSOS DE ESTERILIZAÇÃO



Vapor saturado sob pressão;



Óxido de etileno;



Radiação;



Vapor de formaldeído.

COMO FAZER A MELHOR OPÇÃO Ser compatível com o método de esterilização e resistir às suas condições físicas;  Permitir a penetração e remoção do agente esterilizante;  Manter a integridade da selagem e ser à prova de violação;  Resistir a gotículas de água, rasgos e perfurações;  Proteger o conteúdo do pacote contra danos físicos; 

COMO FAZER A MELHOR OPÇÃO Ser isenta de furos;  Ser livre de resíduos tóxicos (corantes, alvejantes e amido)  Evitar a liberação de fibras ou partículas;  Ser barreira microbiana;  Ser compatível com as dimensões, peso e configuração do artigo;  Apresentar relação de custo - benefício favorável. 

Recomendações práticas em processos de esterilização em estabelecimentos de saúde. - Campinas, SP - 2000. “Guia elaborado por enfermeiros  brasileiros”

 A melhor opção de embalagens será  sempre aquela que atenda às especificações técnicas normatizadas,  proporcione utilização segura, e esteja  disponível no mercado.

Teresinha Neide de Oliveira

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