A FORMAÇÃO DA CULTURA BRASILEIRA

August 5, 2017 | Author: Catiane Bastos | Category: Brazil, Brazilians, Africa, Portugal, Culture (General)
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A FORMAÇÃO CULTURAL DO BRASIL Miraci Mendes Brito*

RESUMO Este artigo tem a finalidade de analisar a influência cultural dos diversos povos que contribuíram para a formação da cultura no Brasil. Por meio da revisão bibliográfica observa-se o intenso intercâmbio cultural ocorrido entre os escravos africanos, os indígenas, os portugueses e imigrantes europeus. Essas trocas culturais ocorridas por vários séculos durante o período colonial brasileiro contribuíram para a formação de uma cultura mestiça e bastante rica. No que se refere à contribuição desses povos é evidente, principalmente, na culinária, dança, religião, música e língua. Percebe-se, que, a matriz portuguesa teve um papel importante e dominador na formação e delineamento da identidade cultural uma vez que, manteve domínio sobre escravos e índios. Outra intenção deste trabalho é evidenciar a necessidade de se trabalhar a diversidade cultural nas escolas para que o aluno possa vislumbrar as variantes da formação da população brasileira. Palavras-chave: negro, índios, influência, cultura.

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*Graduanda do Curso de Licenciatura em História da Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC/EAD. *Email: [email protected]

1. INTRODUÇÃO

A cultura brasileira é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Não existe uma tradição perfeitamente homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam juntas, a cultura do Brasil. Naturalmente, após mais de três séculos de colonização portuguesa, os nossos costumes são, majoritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a unidade do Brasil: apesar do povo brasileiro ser um mosaico étnico, todos fala a mesma língua (o português) e, quase todos, são cristãos, com largo predomínio de católicos. Esta igualdade lingüística e religiosa é um fato raro para um país de grande tamanho como o Brasil, especialmente em comparação com os países do Velho Mundo. Embora seja um país de colonização portuguesa, outros grupos étnicos deixaram influências profundas na cultura nacional, destacando-se os povos indígenas, os africanos, os italianos e os alemães. As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, da culinária, do folclore, do artesanato, dos caracteres emocionais e das festas populares do Brasil, assim como centenas de empréstimos à língua portuguesa. É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição desses povos: os estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas, enquanto algumas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada, ao contrário de outras, principalmente no sertão, onde há uma intensa e antiga mescla de caracteres lusitanos e indígenas, com menor participação africana. No Sul do país as influências de imigrantes italianos e alemães são evidentes, seja na língua, culinária, música e outros aspectos. Outras etnias, como os árabes, espanhóis, poloneses e japoneses contribuíram também para a cultura do Brasil, porém, de forma mais limitada. O intercâmbio cultural entre os elementos citados contribuiu para uma formação cultural afro - brasileira híbrida e bastante peculiar.

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2. DESENVOLVIMENTO

O processo de formação cultural brasileiro é resultante da mistura de vários povos, principalmente portugueses, índios e negros. O início da colonização em 1530 foi o marco inicial do advento da cultura do Brasil, uma vez que com a vinda de inúmeros portugueses para o povoamento da colônia e o encontro como o índio que aqui já vivia resultou num “choque” de costumes e tradições. As primeiras décadas de colonização possibilitaram uma rica fusão entre a cultura dos europeus e a dos indígenas, dando margem a formação de elementos como a língua geral, que influenciou o português falado no Brasil e diversos aspectos da cultura indígena herdados para a atual civilização brasileira. A influência indígena se faz mais forte em certas regiões do país em que esses grupos conseguiram se manter mais distantes da ação colonizadora e em zonas povoadas recentemente. Com a chegada dos negros ao território brasileiro através do tráfico negreiro, a situação se torna ainda mais complexa. É mais um povo com hábitos totalmente diferentes daqueles que encontravam em nossas terras. Com a existência desses três povos distintos (portugueses, negros e índios) a população ficou dividida em brancos, índios e negros. Num momento posterior da história este quadro começa a ter uma nova imagem, fato que ao qual se deve a mistura desses povos e o surgimento de uma nova população a qual pode ser verdadeiramente chamada de população brasileira. A influência desses povos reflete no nosso modo de vida até os dias de hoje nas mais diversas situações do dia-a-dia: religião, música, comida, etc.

A influência portuguesa

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De todos os povos que chegaram ao país, os portugueses foram os que mais exerceram influência na formação da cultura brasileira. Durante todo período de colonização cidadãos portugueses foram transportados para as terras sulamericanas, influenciando não só a sociedade que viria a se formar, como também as culturas dos povos já existentes. O evento que mais trouxe implicações políticas, econômicas e culturais para o Brasil foi a mudança da corte de D. João VI para cá, em 1808. A partir daí a imigração portuguesa foi constante e perdurou até meados do século XX. A mais evidente herança portuguesa para a cultura brasileira é a língua portuguesa, atualmente falada por todos os habitantes do país. Difundida principalmente pelos padres jesuítas, o português era no início da colonização considerado língua geral na colônia, ao lado do tupi. Com a proibição do tupi em virtude da chegada de muitos imigrantes da metrópole, o português fixou-se definitivamente como idioma do Brasil. Das línguas indígenas, ele herdou as palavras ligadas à fauna e a flora, tais como: abacaxi, mandioca, caju, tatu, piranha; e outros nomes próprios e geográficos. Outra importante herança portuguesa foi a religião católica, crença de grande parte da população. O catolicismo, profundamente arraigado em Portugal, deixou no Brasil as tradições do calendário religioso, suas festas e procissões, tornando-se a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891, que instituiu o Estado laico. Atualmente, o país é considerando o maior do mundo em católicos nominais. De acordo com o IBGE 73,8% da população declara-se católica. Além da língua e da religião, vários folguedos populares como o bumba-meuboi, o fandango e a farra do boi denotam grande influência portuguesa. No folclore brasileiro, são de origem portuguesa os seres fantásticos como a cuca, o bichopapão e o lobisomem, e muitas das lendas e jogos infantis como as cantigas de roda. Duas das festas mais importantes do Brasil, o carnaval e a festa junina, também são de influência portuguesa. A culinária também recebeu interferências dos colonizadores. Muitos dos pratos típicos do país, por exemplo, são resultado da adaptação de pratos portugueses as condições da colônia. Um dele é a feijoada, que foi um resultado da

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adaptação de cozidos portugueses. A cachaça, que foi criada nos engenhos como substituto para a bagaceira, e outros pratos como a bacalhoada se incorporaram aos nossos hábitos. Nas artes, a cultura portuguesa foi responsável pela introdução dos grandes movimentos artísticos europeus como o renascimento, maneirismo, barroco, rococó e neoclassicismo. Com isso a literatura, pintura, escultura, música, arquitetura e artes em geral no Brasil colônia eram muito baseadas na arte portuguesa. Essa referência pode ser vista nos escritos do Padre Antônio Viera, na decoração de talha dourada e nas pinturas de muitas igrejas coloniais. As intervenções portuguesas seguiram após a Independência, tanto na arte popular como na arte erudita. E muito do que o Brasil é hoje, tem forte apelo à cultura dos colonos misturada com as culturas dos demais povos que habitaram o país.

A influência indígena Os índios se dividem em diversos povos de hábitos, costumes e línguas diferentes. Cada tribo possui sua cultura, religião, crenças e conhecimentos específicos. Apesar da colonização européia ter praticamente destruído a população indígena não só fisicamente, através de guerras e escravidão, como também culturalmente, pela ação da catequese e intensa miscigenação com outras etnias, a cultura e os conhecimentos desse povo acabaram por influenciar parcialmente a língua, a culinária, o folclore e o uso de objetos, como as redes de descanso. Porém, as conseqüências da colonização foram tamanhas que, atualmente, apenas algumas nações indígenas ainda existem e conseguem manter parte da sua cultura original. Durante a colonização a cultura e os conhecimentos indígenas foram determinantes. Tanto que o principal destaque nesse período foi a influência indígena na chamada língua geral, uma língua que derivava do Tupi-Guarani com termos da língua portuguesa que serviu de língua franca no interior do Brasil até meados do século XVIII, principalmente nas regiões de influência paulista e na

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região amazônica. Atualmente, o português brasileiro guarda inúmeros termos de origem indígena, especialmente derivados do Tupi-Guarani. Dentre eles estão os nomes na designação de animais e plantas nativos como o jaguar, a capivara, o ipê, e a presença muito freqüente na toponímia por todo o território. Também recebeu forte influência indígena o folclore das regiões do interior do Brasil, com os seres fantásticos como o curupira, o Saci-Pererê, o boitatá, e a Iara. Na culinária, como heranças indígenas têm a mandioca, a erva-mate, o açaí, a jabuticaba, inúmeros pescados e pratos típicos como o pirão. Apesar de esses legados terem uma boa representatividade no país, a influência indígena se faz mais forte em certas regiões brasileiras como o Norte do Brasil, em que os grupos conseguiram se manter mais distantes dos colonizadores.

A influência africana

Ao longo do período colonial e monárquico brasileiro foi grande o contingente de escravos africanos no Brasil, visto que, constituía a maior mão-de-obra do período. A contribuição desses escravos foi além da participação econômica, uma vez que, foram inserindo suas práticas, seus costumes e seus rituais religiosos na sociedade brasileira contribuindo, dessa forma para uma formação cultural peculiar no país. A cultura africana é extremamente diversificada e suas características retratam tanto a história do povo quanto a do continente – considerado o território habitado há mais tempo na Terra. No Brasil, a cultura africana chegou através do trafico negreiro que trouxe para o país povos da África na condição de escravos. Formados principalmente por bantos, nagôs, jejes, hauçás e malês os africanos tiveram sua cultura repreendida pelos colonizadores. Na colônia os escravos aprendiam o português, chegavam a ser batizados com nomes portugueses e obrigados a se converterem ao catolicismo. Mesmo assim foram eles que ajudaram a dar origem às religiões afro-brasileiras, difundidas atualmente em diversas regiões do país. As mais praticadas são o candomblé e a umbanda.

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Nota-se que o cruzamento cultural entre estes povos africanos propiciou a construção de uma identidade cultural brasileira, ou cultura afro-brasileira. Uma vez que, eles não temeram em "inventar códigos de comportamentos e de recriarem praticas de sociabilidade e culturais" (Paiva 2001, p.23). Assim, este cruzamento foi resultado de um longo processo que propiciou uma riqueza cultural peculiar ao Brasil. De acordo com Paiva (2001, p.27), pode-se caracterizar este cruzamento cultural como resultante de uma aproximação entre universos geograficamente afastados, em hibridismos e em impermeabilidades, em (re) apropriações, em adaptações e em sobreposição de representações e de práticas culturais. Assim, a influência africana foi se tornando visível em vários seguimentos da sociedade colonial, tais como culinária, práticas religiosas, danças, dentre outros valores culturais que foram incorporados pela população brasileira. Na culinária regional, por exemplo, a herança africana é evidente, principalmente na Bahia. O dendezeiro, uma palmeira africana da qual se extrai o azeite de dendê foi introduzido na região pelos escravos e até hoje é utilizado em vários pratos de influência africana como o vatapá, o caruru e o acarajé. No que diz respeito ao idioma algumas palavras como batuque, moleque, benze, macumba e cantiga foram introduzidas no nosso vocabulário. A música também foi muito favorecida pela cultura africana, que contribuiu com os ritmos que são à base de boa parte da música popular brasileira. Um exemplo disso é o gênero musical lundu, que juntamente com outros gêneros deu origem a base rítmica do maxixe, samba, choro e bossa nova. Além da contribuição rítmica, também foram trazidos alguns instrumentos musicais como o berimbau, instrumento utilizado para criar o ritmo que acompanha os passos da capoeira. No folclore são de origem africana as danças de cateretê, jongo e o samba, e os instrumentos musicais atabaque, a cuíca e a marimba. Ainda de acordo com Freyre (2001, p. 346), a nossa herança cultural africana é visível no jeito de andar e no falar do brasileiro, pois: “Na ternura, na mímica excessiva, no catolicismo em que se deliciam nossos sentidos, na música, no andar, na fala, no canto de

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ninar menino pequeno, em tudo que é expressão sincera de vida, trazemos quase todos a marca da influência negra. Da escrava ou sinhama que nos embalou. Que nos deu de mamar. Que nos deu de comer, ela própria amolegando na mão o bolão de comida. Da negra velha que nos contou as primeiras histórias de bicho e de malassombrado. Da mulata que nos tirou o primeiro bicho- de- pé de uma coceira tão boa. De que nos iniciou no amor físico e nos transmitiu, ao ranger da cama- de- vento, a primeira sensação completa de homem. Do moleque que foi o nosso primeiro companheiro de brinquedo”. (Freyre (2001, p. 348)

A influência dos imigrantes Com o fim da mão-de-obra escrava entre os séculos XIX e XX, a imigração européia para o Brasil foi incentivada tanto para o povoamento de regiões ainda nativas e alvo de cobiças dos países vizinhos, quanto para o trabalho em regime de colonato (semi-assalariados). Apesar de o Brasil ser uma colônia portuguesa, que chegou a maior número foi os italianos. Do sul de Minas Gerais até Rio Grande do Sul, a população italiana foi se concentrando, principalmente em São Paulo. Em relação à quantidade de imigrantes, logo atrás dos italianos, vieram os portugueses e em seguida os alemães, que chegaram num fluxo contínuo desde 1824. Os últimos a se fixarem especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, deixando na população muitas de suas influências germânicas. Apesar de estarem em menor número, também chegaram ao Brasil imigrante da Espanha, Japão, Polônia, Ucrânia, França, Holanda, Líbano, Coréia do Sul e Suíça, esses últimos vindo em movimento organizado contratado pelo governo brasileiro para se concentrarem no Rio de Janeiro. Ao contrario do que aconteceu com os índios e africanos, os imigrantes europeus não tiveram problemas em manter e difundir a sua cultura no Brasil. Os que viviam em pequenas propriedades familiares mantinham seus costumes, sua língua e criavam no local uma espécie de copia das terras que deixaram na Europa. Já os imigrantes que se fixaram nas grandes fazendas e centros urbanos rapidamente se integraram na sociedade brasileira, deixando de lado muitos aspectos de sua herança cultural.

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O fato das culturas européias não ter sido reprimido fez com que, de maneira geral, a imigração da Europa e de outras regiões do mundo influenciassem todos os aspectos a cultura brasileira. A culinária recebeu notável influência italiana, que transformou pratos típicos como a pizza em comida popular brasileira. Os franceses deixaram grandes contribuições nas artes, os alemães na arquitetura e os eslavos e japoneses deixaram técnicas agrícolas. A imigração e a colonização alemã no Brasil tiveram um importante papel no processo de diversificação da agricultura e no processo de urbanização e de industrialização, tendo influenciado, em grande parte, a arquitetura das cidades e, em suma, a paisagem físico-social brasileira. O imigrante alemão difundiu no Brasil a religião protestante e a arquitetura germânica; contribuiu para o desenvolvimento urbano e da agricultura familiar; introduziu no país o cultivo do trigo e a criação de suínos. Na colonização alemã, não se pode negar, está a origem da formação de um campesinato típico, marcado fortemente com traços da cultura camponesa da Europa Central. No domínio religioso, há de se reconhecer a influência dos pastores, padres e religiosos descendentes de alemães. Várias igrejas luteranas foram implantadas com a chegada dos imigrantes e o próprio ritual católico adquiriu certas especificidades nas comunidades alemãs. A vida cultural dos imigrantes também teve um papel importante na formação da cultura brasileira, especialmente no que diz respeito a certos hábitos alimentares, encenações teatrais típicas, corais de igrejas, bandas de música e assim por diante. Exemplo característico é a Oktoberfest que, a princípio, surgiu como uma forma de manifestação contra as atitudes tomadas pelo Estado Novo em proibir atividades culturais que identificassem a germanidade. Hoje, ela é uma festa que simboliza a alegria alemã, tendo incorporado, com adaptações e modificações, a gastronomia, a música, a língua alemã. Apesar dessa variedade de povos interessados no Brasil, a imigração de pessoas deixou de ser freqüente a partir de 1970, quando atrativos de terra boa para o plantio em fazendas brasileiras deixaram de existir com a forte industrialização e as novas oportunidades deixaram de interessantes para os povos. Porém, a entrada de imigrantes no Brasil continuou e englobaram países como a China, Bolívia, Colômbia, Peru e Paraguai. Com essa mudança e com o fortalecimento do processo emigratório, hoje o Brasil não recebe mais influência imigratória tão impactante como

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acontecia antigamente. Sua cultura miscigenada já possui suas características próprias, sendo em alguns aspectos, como na música e em festas populares. Desse modo, observa-se a formação e a preservação de uma identidade cultural, bastante plural devido às influências: européia, africana e indígena, favorecendo uma riqueza cultural bastante peculiar presente no nosso cotidiano.

3. CONCLUSÃO

Conclui-se que todos esses povos referenciados neste trabalho tiveram um papel importante no processo de formação cultural brasileiro, pois através da inserção de suas práticas e seus costumes em nossa sociedade contribuíram para a formação de uma identidade cultural, que sem dúvida resultou na verdadeira formação da população brasileira. Assim, a heterogeneidade cultural é um fator muito importante de ser analisado no sistema de ensino, pois é a forma de mostrar aos alunos que existem muitas culturas além da que eles estão acostumados a ver. Também devido ao fato de proporcionar uma formação mais ampla aos alunos, no sentido de fazer com que eles interajam com a realidade se auto-descobrindo e descobrindo coisas novas, pois muitas vezes o aluno desconhece a sua própria cultura. Nesse sentido a escola pode ser um espaço de inclusão, onde, a direção da escola, professores e alunos estabeleçam um compromisso com base na harmonia social, estes princípios serão transversais aos conteúdos de cada disciplina. Princípio esses, que devem ser o conhecimento e o respeito pelas culturas, trabalhados de maneira equilibrada entre alunos de diferentes origens.

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REFERÊNCIAS

BOSI, Alfredo; Cultura Brasileira: Temas e Situações; São Paulo: Editora Ática, 2002. CLAVERY, Luiz Felipe; A verdadeira Cultura Brasileira: História e Fantasia; Rio de Janeiro: Editora Alves e Letras, 2008. FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. 43 ed. Rio de Janeiro: Record, 2001. Disponível em WWW.webartigo.com.br. Acesso em 10 de novembro de 2011. PAIVA, Eduardo França. Escravidão e Universo Cultural na Colônia. Minas Gerais: UFMG, 2001. Disponível em pt.wikipedia.org. Acesso em 09 de novembro de 2011. MOTA, Carlos Guilherme; Ideologia da Cultura Brasileira (1933 - 1974); São Paulo: Editora Ática. Disponível em pt.wikipedia.org. Acesso em 09 de novembro de 2011. SODRÉ, Nelson Werneck; Síntese de História da Cultura Brasileira; São Paulo: Bertrand Brasil, 2003.

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